Tempo em Setúbal

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sábado, 17 de dezembro de 2011

"Lisboa que amanhece" - Sergio Godinho com Caetano Veloso


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 Enviado por em 20/11/2010
***Dedicated to Maria***
"Lisboa que amanhece" - Sergio Godinho com Caetano Veloso - 2003 "O irmão do meio ".
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Writer: GODINHO, SERGIO DE BARROS 

Cansados vo os corpos para casa
Dos ritmos imitados de outra dana
A noite finge ser
Ainda uma criana
De olhos na lua
Com a sua
Cegueira da razo e do desejo

A noite cega e as sombras de Lisboa
So da cidade branca a escura face
Lisboa me solteira
Amou como se fosse
A mais indefesa
Princesa
Que as trevas algum dia coroaram

No sei se dura sempre esse teu beijo
Ou apenas o que resta desta noite
O vento enfim parou
J mal o vejo
Por sobre o Tejo
E j tudo pode ser tudo aquilo que parece
Na Lisboa que amanhece

O Tejo que reflecte o dia solta
noite prisioneiro dos olhares
Ao cais dos miradouros
Vo chegando dos bares
Os navegantes
Amantes
Das teias que o amor e o fumo tecem

E o Necas que julgou que era cantora
Que as ddivas da noite so eternas
Mal chega a madrugada
Tem que rapar as pernas
Para que o dia no traia
Dietrichs que no foram nem Marlenes

No sei se dura sempre esse teu beijo
Ou apenas o que resta desta noite
O vento enfim parou
J mal o vejo
Por sobre o Tejo
E j tudo pode ser tudo aquilo que parece
Na Lisboa que amanhece

Em sonhos, sabido, no se morre
Alis essa a nica vantagem
De, aps o vo trabalho
O povo ir de viagem
Ao sono fundo
Fecundo
Em glrias e terrores e venturas

E ai de quem acorda estremunhado
Espreitando pela fresta a ver se dia
A esse as ansiedades
Ditam sentenas friamente ao ouvido 
Rudo que a noite, a seu costume, transfigura

No sei se dura sempre esse teu beijo
Ou apenas o que resta desta noite
O vento enfim parou
J mal o vejo
Por sobre o Tejo
E j tudo pode ser tudo aquilo que parece-acapo
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Verdes Anos de Carlos Paredes photoandando por Coimbra e Lisboa


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Enviado por em 18/10/2006
casa de fados acapella em Coimbra - Verdes Anos de Carlos Paredes por Quinteto de Coimbra, com a participação especial de Belle Chase Hotel
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Enviado por em 24/01/2010
Imagens de Lisboa
Carlos Paredes-guitarrista português-o Mestre da Guitarra Portuguesa

Carlos Paredes (Coimbra, 16 de Fevereiro de 1925 — Lisboa, 23 de Julho de 2004) foi um compositor e guitarrista português. Foi um dos grandes guitarristas e é um símbolo ímpar da cultura portuguesa. É um dos principais responsáveis pela divulgação e popularidade da guitarra portuguesa e grande compositor. Carlos Paredes é um guitarrista que para além das influências dos seus antepassados - pais, avós, tios, todos eles exímios guitarristas de Coimbra - mantém um estilo Coimbrão, a sua guitarra é de Coimbra, e própria afinação. A sua vida em Lisboa marcou-o e inspirou-lhe muitos dos seus temas e composições. Conhecido como O mestre da guitarra portuguesa ou O homem dos mil dedos.
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Enviado por em 13/02/2011
Verdes Anos - Carlos Paredes
Pretende esta gravação homenagear Carlos Paredes, não só pelo músico e compositor, como também pela pessoa que foi e continua a ser para todos nós.


Fotografias de Lisboa da autoria de: Carlos Froufe (http://olhares.aeiou.pt/CarlosFroufe)

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Enviado por em 19/01/2007
Carlos Paredes toca Verdes anos. Magicamente belo!
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Enviado por em 31/08/2010
Verdes Anos, composição de "Carlos Paredes, (Coimbra, 16 de Fevereiro de 1925 — Lisboa, 23 de Julho de 2004) foi um compositor e guitarrista português. 

quarta-feira, 2 de março de 2011

O tempo de Lisboa


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PhillGood07 | 12/03/2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 1 utilizadores que não gostaram deste vídeo
EPCI- Escola Profissional de Comunicação e Imagem. - Video clip: disciplina de Edição - Março 2008 2ºTB
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Lisboa, velha cidade
Cheia de encanto e beleza!
Sempre formosa a sorrir
E' ao vestir
Sempre airosa
O branco veu de saudade
Cobre o teu rosto, linda Princesa!

Olhai, senhores,
Esta Lisboa d'outras eras
Dos "cinco reis", das esperas
E das toiradas reais
Das festas, das seculares procissoes
Dos populares pregoes matinais
Que ya nao voltam mais

Lisboa d'oiro e de prata
Outra mais linda nao vejo!
Eternamente a brincar
e a cantar de contente!
Teu semblante se retrata
No azul cristalino de Tejo
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http://www.lyricstime.com/amalia-rodriguez-lisboa-antiga-lyrics.html
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mariadoalentejo | 08/02/2010 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo 
Lisboa à noite
Voz de Maria Armanda

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Letra e música: Fernando Santos, Carlos Dias
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Lisboa adormeceu, já se acenderam
Mil velas nos altares das colinas
Guitarras pouco a pouco emudeceram
Cerraram-se as janelas pequeninas

Lisboa forme um sono repousado
Nos braços voluptuosos do seu Tejo
Cobriu-a a colcha azul do céu estrelado
E a brisa veio, a medo, dar-lhe um beijo

Lisboa
Andou de lado em lado
Foi ver uma toirada
Depois bailou... bebeu...
Lisboa
Ouviu cantar o fado
Rompia a madrugada
Quando ela adormeceu

Lisboa não parou a noite inteira
Boémia, estouvanada, mas bairrista
Foi à sardinha assada lá na Feira
E à segunda sessão duma revista

Dali pró Bairro Alto então galgou
No céu a lua cheia refulgia
Ouviu cantar a Amália e então sonhou
Que era a saudade aquela voz que ouvia
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Dianazaidman60 | 27/05/2009 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Amália Rodrigues in Italian Tv - Marcha Do Centenário
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Amália Rodrigues - Marcha Do Centenário


Toda a cidade flutua
No mar da minha canção
Passeiam na rua, retalhos de lua
Que caem do meu balão

Deixei Lisboa folgar
Não há mal que me arrefeça
A rir, a cantar, cabeça no ar
Que eu hoje perco a cabeça

Lisboa nasceu, pertinho do céu
Toda embalada na fé
Lavou-se no rio, ai ai ai menina
Foi baptizada na Sé !

Já se fez mulher e hoje o que ela quer
É bailar e dar ao pé
Vaidosa varina, ai ai ai menina
Mas que linda que ela é!

Dizem que eu velhinha sou
Há oito séculos nascida
Nessa é que eu não vou, por mim não passou
Nem a morte nem a vida

O Pagem me fez um fado
De novo ali me leu a sina
Não ter namorado, amor nem cuidado
E ficar sempre menina!


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http://www.letras.com.br/amalia-rodrigues/marcha-do-centenario
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Quando Lisboa anoitece
como um veleiro sem velas
Alfama toda parece
Uma casa sem janelas
Aonde o povo arrefece

E numa água-furtada
No espaço roubado à mágoa
Que Alfama fica fechada
Em quatro paredes de água
Quatro paredes de pranto
Quatro muros de ansiedade
Que à noite fazem o canto
Que se acende na cidade
Fechada em seu desencanto
Alfama cheira a saudade

Alfama não cheira a fado
Cheira a povo, a solidão
A silêncio magoado
Sabe a tristeza com pão
Alfama não cheira a fado
Mas não tem outra canção.
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http://www.lyricstime.com/am-lia-rodrigues-alfama-lyrics.html
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heliomascarenhas | 02/02/2009 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 1 utilizadores que não gostaram deste vídeo
não existe nenhuma descrição disponível
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Madrugada de Alfama

Música: Alain Oulman
Letra: David Mourão-Ferreira


Mora num beco de Alfama
e chamam-lhe a madrugada,
mas ela, de tão estouvada
nem sabe como se chama.

Mora numa água-furtada
que é a mais alta de Alfama
e que o sol primeiro inflama
quando acorda à madrugada.
Mora numa água-furtada
que é a mais alta de Alfama.

Nem mesmo na Madragoa
ninguém compete com ela,
que do alto da janela
tão cedo beija Lisboa.

E a sua colcha amarela
faz inveja à Madragoa:
Madragoa não perdoa
que madruguem mais do que ela.
E a sua colcha amarela
faz inveja à Madragoa.

Mora num beco de Alfama
e chamam-lhe a madrugada;
são mastros de luz doirada
os ferros da sua cama.

E a sua colcha amarela
a brilhar sobre Lisboa,
é como a estatua de proa
que anuncia a caravela,
a sua colcha amarela
a brilhar sobre Lisboa.

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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Madrugada de Alfama Amália Rodrigues


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correligionariou | 20 de Outubro de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 2 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Para escucharla con los ojos cerrados, como cantaba Amália.

Madrugada de Alfama

Música: Alain Oulman
Letra: David Mourão-Ferreira

Mora num beco de Alfama
e chamam-lhe a madrugada,
mas ela, de tão estouvada
nem sabe como se chama.

Mora numa água-furtada
que é a mais alta de Alfama
e que o sol primeiro inflama
quando acorda à madrugada.
Mora numa água-furtada
que é a mais alta de Alfama.

Nem mesmo na Madragoa
ninguém compete com ela,
que do alto da janela
tão cedo beija Lisboa.

E a sua colcha amarela
faz inveja à Madragoa:
Madragoa não perdoa
que madruguem mais do que ela.
E a sua colcha amarela
faz inveja à Madragoa.

Mora num beco de Alfama
e chamam-lhe a madrugada;
são mastros de luz doirada
os ferros da sua cama.

E a sua colcha amarela
a brilhar sobre Lisboa,
é como a estatua de proa
que anuncia a caravela,
a sua colcha amarela
a brilhar sobre Lisboa.

Madrugada de Alfama (En castellano)

Música: Alain Oulman
Letra: David Mourão-Ferreira

Vive en un callejón de Alfama
y la llaman la madrugada
pero ella, de tan atolondrada
ni sabe como se llama.

Vive en una buhardilla
que es la más alta de Alfama
y que el sol primero inflama
cuando despierta a la madrugada
Vive en una buhardilla
que es la más alta de Alfama.

Ni en la Madragoa
nadie compite con ella,
que en lo alto de la ventana
tan temprano besa a Lisboa.

Y su colcha amarilla
causa envidia a la Madragoa:
La Madragoa no perdona
que madruguen más que ella.
Y su colcha amarilla
causa envidia a la Madragoa.

Vive en un callejón de Alfama
y la llaman la madrugada;
son mástiles de luz dorada
los fierros de su cama.

Y su colcha amarilla
brillando sobre Lisboa,
es como el mascarón de proa
que anuncia la carabela,
su colcha amarilla
brillando sobre Lisboa.
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MADRAGOA


Incorporação desactivada por pedido
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CMLLIS | 5 de Agosto de 2009 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 1 utilizadores que não gostaram deste vídeo
This video is for educational and entertainment purposes only. All materials belong to the original artists.


AMÁLIA RODRIGUES - Cantora: 1920 1999


PORQUE O FADO NÃO SE CANTA, ACONTECE...
QUANDO TUDO ACONTECEU...

1920: Nasce em Lisboa no Bairro de Alcântara a 1 de Julho (data escolhida por Amália porque nos registos consta o dia 23). - 1929: Entra na Escola Oficial da Tapada da Ajuda, onde terminará a instrução primária. - 1934: Trabalha como bordadeira, engomadeira e tarefeira. - 1935: Desfila na Marcha de Alcântara e canta pela primeira vez, acompanhada à guitarra, numa festa de beneficência. - 1938: Representando o Bairro de Alcântara participa no Concurso da Primavera. - 1939: Estreia-se como fadista no Retiro da Severa. - 1944: A estada no Brasil, prevista para seis semanas, estende-se por três meses. Actua no Casino de Copacabana. - 1945: No Brasil grava os primeiros dos 170 discos (em 78 rotações) da sua carreira. - 1947: É protagonista no filme «Capas Negras», batendo todos os recordes de exibição ( 22 semanas em cartaz no Cinema Condes). - 1948: Recebe o prémio do SNI (Secretariado Nacional de Informação) para a melhor actriz, pelo seu papel em «Fado», filme de Perdigão Queiroga. - 1949: Actua pela primeira vez em Paris e Londres. - 1951: Digressão a África: Moçambique, Angola e Congo. - 1952: Actua pela primeira vez em Nova Iorque no La Vie en Rose, ficando 4 meses em cartaz. Assina contrato com a editora discográfica Valentim de Carvalho, que passa a gravar todos os seus discos. - 1953: É a primeira artista portuguesa a cantar na televisão americana no programa «Eddie Fisher Show». - 1954: Edita o primeiro LP nos Estados Unidos. Actua no Mocambo, em Hollywood. - 1955: Interpreta a «Canção do Mar» e o «Barco Negro» no filme de Henri Verneuil «Os Amantes do Tejo». Filma no México «Música de Sempre» com Edith Piaf. - 1957: Estreia-se no Olympia em Paris e começa a cantar em francês. Charles Aznavour escreve para ela «Ai, Mourrir pour Toi». - 1961: Casa no Rio de Janeiro com o engenheiro César Seabra com quem vive até à morte deste em 1997. - 1962: Lança o disco «Asas Fechadas» e «Povo que Lavas no Rio» do poeta Pedro Homem de Mello. - 1966: Actua no Lincoln Center (Nova Iorque) com uma orquestra sinfónica dirigida pelo maestro André Kostelanetz. - 1967: Recebe em Cannes, pela mãos do actor Anthony Quinn, o prémio MIDEM (Disco de Ouro) para o artista que mais discos vende no seu país, facto que se repete nos dois anos seguintes, proeza só igualada pelos Beatles. - 1970: Actua em Tóquio, Nova Iorque e Roma e recebe uma alta condecoração francesa. - 1975: Regressa ao Olympia em Paris. - 1976: É editado pela UNESCO o disco «Le Cadeau de la Vie» em que figura ao lado de Maria Callas e de Jonhn Lennon. - 1977: Canta no Carnegie Hall de Nova Iorque. - 1985: Volta a cantar no Olympia de Paris. Dá o primeiro concerto a solo no Coliseu dos Recreios de Lisboa. - 1989: Comemora os 50 anos de carreira com uma exposição no Museu do Teatro em Lisboa. - 1990: Dois grande espectáculos: Coliseu dos Recreios e no S. Carlos onde, pela primeira vez em 200 anos, se ouve cantar o fado. - 1994: Actua pela última vez em público no âmbito de Lisboa, Capital da Cultura. - 1995: É operada a um tumor no pulmão. Edita o seu último disco «Pela Primeira Vez». - 1998: É lançado o disco O melhor de Amália, muito aclamado pela crítica internacional. É homenageada na Expo 98. - 1999: A 6 de Outubro morre em Lisboa, na sua casa na Rua de S. Bento.

Texto da autoria de: Leonor Lains
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sábado, 8 de janeiro de 2011

Lisboa à noite - 4 interpretações


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filipepassos83 | 17 de Abril de 2009 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
AUDIO - TONY DE MATOS - 19 LISBOA À NOITE, ALBUM, BIOGRAFIA DO FADO

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requeijao | 3 de Outubro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Fadista Katia Guerreiro
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alexmaltamadonna | 8 de Janeiro de 2009 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo 
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13-Amália Rodrigues - Live In Netherlands - Lisboa À Noite



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mariadoalentejo | 8 de Fevereiro de 2010 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo Lisboa à noite
Voz de Maria Armanda

Letra e música: Fernando Santos, Carlos Dias

Lisboa adormeceu, já se acenderam
Mil velas nos altares das colinas
Guitarras pouco a pouco emudeceram
Cerraram-se as janelas pequeninas

Lisboa forme um sono repousado
Nos braços voluptuosos do seu Tejo
Cobriu-a a colcha azul do céu estrelado
E a brisa veio, a medo, dar-lhe um beijo

Lisboa
Andou de lado em lado
Foi ver uma toirada
Depois bailou... bebeu...
Lisboa
Ouviu cantar o fado
Rompia a madrugada
Quando ela adormeceu

Lisboa não parou a noite inteira
Boémia, estouvanada, mas bairrista
Foi à sardinha assada lá na Feira
E à segunda sessão duma revista

Dali pró Bairro Alto então galgou
No céu a lua cheia refulgia
Ouviu cantar a Amália e então sonhou
Que era a saudade aquela voz que ouvia
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O Tempo em 4 canções de Sérgio Godinho

 
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ZeEduardoRebelo | 3 de Setembro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Sérgio Godinho interpreta, acompanhado de David Fonseca, "Um Tempo Que Passou", no Coliseu em 28 de Fevereiro de 2004

 Vou
uma vez mais
correr atrás
de todo o meu tempo perdido
quem sabe, está guardado
num relógio escondido por quem
nem avalia o tempo que tem

Ou
alguém o achou
examinou
julgou um tempo sem sentido
quem sabe, foi usado
e está arrependido o ladrão
que andou vivendo com seu quinhão

Ou dorme num arquivo
um pedaço de vida
a vida, a vida que eu não gozei
eu não respirei
eu não existia

Mas eu estava vivo
vivo, vivo
o tempo escorreu
o tempo era meu
e apenas queria
haver de volta
cada minuto que passou sem mim

Sim
encontro enfim
iguais a mim
outras pessoas aturdidas
as horas dessas vidas que estão
talvez postas em grande leilão

São
mais de um milhão
uma legião
um carrilhão de horas vivas
quem sabe, dobram juntas
as dores colectivas, quiçá
no canto mais pungente que há

ou dançam numa torre
as nossas sobrevidas
vidas, vidas
a se encantar
a se combinar
em vidas futuras

Enquanto o vinho corre, corre, corre
morrem de rir
mas morrem de rir
naquelas alturas
pois sabem que não volta jamais
um tempo que passou
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http://www.lyricstime.com/s-rgio-godinho-um-tempo-que-passou-lyrics.html
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samueljrp | 20 de Novembro de 2010 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
"Lisboa que amanhece" - Sergio Godinho com Caetano Veloso - 2003 "O irmão do meio ".
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Sérgio Godinho : Lisboa Que Amanhece

Letra e música: Sérgio GodinhoAveiro (jeito de jj)

Cansados vão os corpos para casa
Dos ritmos imitados doutra dança
A noite finge ser
Ainda uma criança de olhos na lua
Com a sua
Cegueira da razão e do desejo

A noite é cega, as sombras de Lisboa
São da cidade branca a escura face
Lisboa é mãe solteira
Amou como se fosse a mais indefesa
Princesa
Que as trevas algum dia coroaram

REFRÃO:

Não sei se dura sempre esse teu beijo
Ou apenas o que resta desta noite
O vento, enfim, parou
Já mal o vejo
Por sobre o Tejo
E já tudo pode ser
Tudo aquilo que parece
Na Lisboa que amanhece


O Tejo que reflecte o dia à solta
æ noite é prisioneiro dos olhares
Ao Cais dos Miradoiros
Vão chegando dos bares os navegantes
Amantes
Das teias que o amor e o fumo tecem

E o Necas que julgou que era cantora
Que as dádivas da noite são eternas
Mal chega a madrugada
Tem que rapar as pernas para que o dia
Não traia
Dietriches que não foram nem Marlénes

REFRÃO

Em sonhos, é sabido, não se morre
Aliás essa é a Única vantagem
De após o vão trabalho
O povo ir de viagem ao sono fundo
Fecundo
Em glórias e terrores e aventuras

E ai de quem acorda estremunhado
Espreitando pela fresta a ver se é dia
E as simples ansiedades
Ditam sentenças friamente ao ouvido
Ruído
Que a noite se acostuma e transfigura

REFRÃO

Na Lisboa que amanhece
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http://natura.di.uminho.pt/~jj/musica/html/godinho-lisboaQueAmanhece.html
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SERGIO GODINHO : ELIXIR DA ETERNA JUVENTUDE LIVE LISBONNE
Enviado por artemis181. - Clipes, entrevista dos artistas, shows e muito mais.
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Estou velho!
dói-me o joelho
dói-me parte do antebraço
dói-me a parte interna
de uma perna
e parte amiga
da barriga
que fadiga
o que é que eu faço?
escolho o baço ou o almoço?
vira o osso
dói o pescoço
é do excesso
do ex-sexo
alvoroço
perco o viço
já soluço
já sobroço
esmiúço
os meus sintomas
e já agora, do meu médico
os diplomas
esmiúço
a consciência
e já agora, apresento a penitência

Ah que estou arrependido
de ter feito e de ter tido
ai coração, ora seja
como a que ouvi na igreja

Mea culpa, mea culpa
minha máxima desculpa
é ter vindo p´ro presente
conservado em aguardente

Quero ser p´ra sempre jovem
as minhas células movem
uma campanha eficaz
água benta e água-raz
O elixir da eterna juventude
esse que quer que tudo mude
p´ra que tudo fique igual
estava marado
falsificado
é desleal!

Vou implorar aos apóstolos
mas é pior, que desgosto-os
com tanto pecado junto
não lhes pega nem o unto

Vou recorrer aos meus santos
esses, ao menos, são tantos
que há-de haver um que me acuda
senão ainda tenho o Buda

Maomé vai à montanha
o papa, ninguém o apanha
na Rússia, o rato rói a rolha
venha o diabo e escolha

O elixir da eterna juventude
esse que quer que tudo mude
p´ra que tudo fique igual
estava marado
falsificado
é desleal!

Misticismo agora à parte
envelhecer é uma arte
"arte-nova", "arte-final"
numa luta desigual

Só me vou pôr de joelhos
ante o mais velho dos velhos
e perguntar-lhes o segredo
de p´ra ele inda ser cedo

Quando o espelho me mira
já nem o chapéu me tira
deito-lhe a língua de for a
pisco o olho e vou-me embora

O elixir da eterna juventude
esse que quer que tudo mude
p´ra que tudo fique igual
estava marado
falsificado
é desleal!
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http://www.lyricstime.com/s-rgio-godinho-o-elixir-da-eterna-juventude-lyrics.html
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aecml | 20 de Março de 2009 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
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É terça-feira
e a feira da ladra
abre hoje às cinco
de madrugada

E a rapariga
desce a escada quatro a quatro
vai vender mágoas
ao desbarato
vai vender
juras falsas
amargura
ilusões
trapos e cacos e contradições


É terça-feira
e das cinzas talvez
amanhã que é quarta-feira
haja fogo outra vez
o coração é incapaz de dizer
"tanto faz"
parte p´ra guerra
com os olhos na paz


É terça-feira
e a feira da ladra
quase transborda
de abarrotada


E a rapariga
vende tudo o que trazia
troca a tristeza
pela alegria


E todos querem
regateiam
amarguras
ilusões
trapos e cacos e contradições


É terça-feira
e das cinzas talvez
amanhã que é quarta-feira
haja fogo outra vez
o coração
é incapaz
de dizer
"tanto faz"
parte p´ra guerra
com os olhos na paz


É terça-feira
e a feira da ladra
fica enfim quieta
e abandonada
e a rapariga
deixou no chão um lamento
que se ergue e gira
e roda com o vento
e rodopia
e navega
e joga à cabra-cega
é de nós todos
e a ninguém se entrega


É terça-feira
e das cinzas talvez
amanhã que é quarta-feira
haja fogo outra vez
o coração
é incapaz
de dizer
"tanto faz"
parte p´ra guerra
com os olhos na paz
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http://www.lyricstime.com/s-rgio-godinho-ter-a-feira-lyrics.html
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sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Relógios de Sol (3)


Relógio de Sol - Portalegre (Blog Rio Azul)


Relógio de Sol da Igreja Nossa Sra da Encarnação - Encarnação (Mafra) - Séc. XVII - XVIII

Relógio de Sol ajardinado
Lisboa - Era assim o relógio de sol no Jardim do Império - a relva com sulcos e desenhos, a servir de mostrador; a haste da âncora a projectar nele a sombra, a servir de gnómon


Relógio de Sol em porcelana - Sevilha (blog Rio Azul)

Ilusionismo Quadrilátero

ILUSIONISMO
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* Victor Nogueira .
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Ele há um tempo p’ra tudo na vida
Cantando hora, minuto, segundo;
Por isso sempre existe uma saída
Enquanto nós estivermos neste mundo.
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Há um tempo para não fenecer
Há mar, sol, luar e aves com astros
Há uma hora p'ra amar ou morrer
E tempo para não se ficar de rastos.
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P'ra isso e' preciso sabedoria
Em busca dum bom momento, oportuno,
Com ar, bom vinho, pão e cantoria,
Sem se confundir a nuvem com Juno.
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1991.08.11 - SETUBAL