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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Paulo de Carvalho : E depois do Adeus


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Publicado em 05/06/2012 por 
Primeira senha do Movimento das Forças Armadas que realizou a revolução de 25 de Abril de 1974, em Portugal.

Paulo de Carvalho : E depois do Adeus

Música: José Calvário
Letra: José Niza
www.songcontest.nl
(vencedora do festival da canção de 1974)

Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.

Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder

Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci

E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...

E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós

Nota:

Esta canção serviu de senha de início da revolução de 25 de Abril de 1974

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Fala do Homem Nascido de António Gedeão por Adriano Correia de Oliveira


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CachopaLinda | 12 de Novembro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 1 utilizadores que não gostaram deste vídeo 
Fala do Homem Nascido

Poema: António Gedeão
Música: José Niza


Venho da terra assombrada,
Do ventre de minha mãe;
Não pretendo roubar nada
Nem fazer mal a ninguém.

Só quero o que me é devido
Por me trazerem aqui,
Que eu nem sequer fui ouvido
No acto de que nasci.

Trago boca para comer
E olhos para desejar.
Tenho pressa de viver,
Que a vida é água a correr.
Venho do fundo do tempo;
Não tenho tempo a perder.

Minha barca aparelhada
Solta o pano rumo ao norte;
Meu desejo é passaporte
Para a fronteira fechada.
Não há ventos que não prestem
Nem marés que não convenham,
Nem forças que me molestem,
Correntes que me detenham.

Quero eu e a Natureza,
Que a Natureza sou eu,
E as forças da Natureza
Nunca ninguém as venceu.

Com licença! Com licença!
Que a barca se fez ao mar.
Não há poder que me vença.
Mesmo morto hei-de passar.
Com licença! Com licença!
Com rumo à estrela polar.

(in "Cantaremos", Orfeu, 1970, reed. Movieplay, 1999)
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sábado, 18 de dezembro de 2010

E depois do Adeus - Paulo de Carvalho


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Euroencyclopedic | 29 de Agosto de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Eurovision 1974 - Paulo de Carvalho - E depois do adeus
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Música - José Calvário
Letra - José Niza
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MigMeira | 6 de Outubro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Paulo de Carvalho interpreta "E Depois Do Adeus" no Festival RTP 1974, classificando-se em 1º lugar com 245 pontos.
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Paulo de Carvalho : E depois do Adeus

Música: José Calvário
Letra: José Niza
www.songcontest.nl
(vencedora do festival da canção de 1974)


Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.

Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder

Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci

E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...

E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós

Nota:

Esta canção serviu de senha de início da revolução de 25 de Abril de 1974
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http://natura.di.uminho.pt/~jj/musica/html/paulodecarvalho-eDepoisDoAdeus.html
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Ilusionismo Quadrilátero

ILUSIONISMO
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* Victor Nogueira .
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Ele há um tempo p’ra tudo na vida
Cantando hora, minuto, segundo;
Por isso sempre existe uma saída
Enquanto nós estivermos neste mundo.
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Há um tempo para não fenecer
Há mar, sol, luar e aves com astros
Há uma hora p'ra amar ou morrer
E tempo para não se ficar de rastos.
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P'ra isso e' preciso sabedoria
Em busca dum bom momento, oportuno,
Com ar, bom vinho, pão e cantoria,
Sem se confundir a nuvem com Juno.
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1991.08.11 - SETUBAL