Tempo em Setúbal

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sábado, 8 de janeiro de 2011

Lisboa à noite - 4 interpretações


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filipepassos83 | 17 de Abril de 2009 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
AUDIO - TONY DE MATOS - 19 LISBOA À NOITE, ALBUM, BIOGRAFIA DO FADO

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requeijao | 3 de Outubro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Fadista Katia Guerreiro
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alexmaltamadonna | 8 de Janeiro de 2009 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo 
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13-Amália Rodrigues - Live In Netherlands - Lisboa À Noite



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mariadoalentejo | 8 de Fevereiro de 2010 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo Lisboa à noite
Voz de Maria Armanda

Letra e música: Fernando Santos, Carlos Dias

Lisboa adormeceu, já se acenderam
Mil velas nos altares das colinas
Guitarras pouco a pouco emudeceram
Cerraram-se as janelas pequeninas

Lisboa forme um sono repousado
Nos braços voluptuosos do seu Tejo
Cobriu-a a colcha azul do céu estrelado
E a brisa veio, a medo, dar-lhe um beijo

Lisboa
Andou de lado em lado
Foi ver uma toirada
Depois bailou... bebeu...
Lisboa
Ouviu cantar o fado
Rompia a madrugada
Quando ela adormeceu

Lisboa não parou a noite inteira
Boémia, estouvanada, mas bairrista
Foi à sardinha assada lá na Feira
E à segunda sessão duma revista

Dali pró Bairro Alto então galgou
No céu a lua cheia refulgia
Ouviu cantar a Amália e então sonhou
Que era a saudade aquela voz que ouvia
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domingo, 19 de setembro de 2010

Bocage Apenas vi do dia a luz brilhante




Apenas vi do dia a luz brilhante

Lá de Túbal(1) no empório celebrado,

Em sanguíneo carácter foi marcado

Pelos Destinos meu primeiro instante.



Aos dois lustros(2) a morte devorante

Me roubou, terna mãe, teu doce agrado;

Segui Marte depois, e em fim meu fado

Dos irmãos e do pai me pôs distante.



Vagando a curva terra, o mar profundo,

Longe da pátria, longe da ventura,

Minhas faces com lágrimas inundo.



E enquanto insana multidão procura

Essas quimeras, esses bens do mundo,

Suspiro pela paz da sepultura.



1 - Setúbal

2 -aos 10 anos 

http://www.revista.agulha.nom.br/bocage04.html

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Ilusionismo Quadrilátero

ILUSIONISMO
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* Victor Nogueira .
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Ele há um tempo p’ra tudo na vida
Cantando hora, minuto, segundo;
Por isso sempre existe uma saída
Enquanto nós estivermos neste mundo.
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Há um tempo para não fenecer
Há mar, sol, luar e aves com astros
Há uma hora p'ra amar ou morrer
E tempo para não se ficar de rastos.
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P'ra isso e' preciso sabedoria
Em busca dum bom momento, oportuno,
Com ar, bom vinho, pão e cantoria,
Sem se confundir a nuvem com Juno.
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1991.08.11 - SETUBAL