Tempo em Setúbal

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

"Freguês da Meia-Noite" - Criolo (videoclipe oficial)

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Enviado por  em 09/12/2011
DIREÇÃO e ROTEIRO - ARTHUR ROSA FRANÇA/SAMUEL MALBON
REALIZAÇÃO -- JOQUISTÃO/BOSSANOVA FILMS
Direção de Fotografia: José Roberto Eliezer, ABC


Direção de Arte - Caroline Schamall- Carrô 

Produção - Caixa de Produção Filmes (Gui Passos e Rafa Azevedo)
Produção Executiva - Georgia Guerra-Peixe

Montagem - Kaluã Leite

Produção elenco --MARIA JULIA ANDRADE E LILI FIALHO



ELENCO - Criolo -  Carlos Meceni - Carolina Manica - Oswaldo Macu ~ Josué Torres - William Amaral 

Mola Gladiador  - Kaneco Phantom ~ Cassiano Sena "Dan Dan" 



LILI FIALHO -- assistente de direção 1  -  TOMÁS MAGARINO -- assistente de direção 2

Mkof - PAULO J. LEITE
ARTE - Tayna Adam- assistente de direção de arte - Luisa Cassab- produtora de objetos - Camila Ferrari - assistente de Objetos Drika Araujo Tanchella- maquiagem - Figurino- Diogo Costa,Fernanda Marques e Alexandra Thomaz . Contra regras- Valdir e Cleiton - Agradecimento especial da Arte para Tibira, Caos - Antiguidades, Playtech e Simone Juisi by Licquor - Letterings -- MOIO Coletivo -- Fernando Marar e Felipe Suzuki - Assistente de produção -- Bia Cavinato 
AJUDANTES -- Fabiano Mancha , Reginaldo Bolsonaro, Sandro Melo



Equipe de Fotografia  - 2º Assistente: João Eliezer Fabio Peraçoli Logger: Bruno Canova - Video Assist: Martin Buzolin - Gaffer: Marcos de Noronha - 1º Assistente: Denis Silva - 2º Assistente: Hudson - Chefe Maquinista: Julio Guimarães  1º Assistente: Ademir ~ 2º Assistente: Allan


Meia Noite
Em pleno Largo do Arouche
Em frente ao Mercado das Flores
Há um restaurante francês
E lá te esperei

Meia Noite
Num frio que é um açoite
A confeiteira e seus doces
Sempre vem oferecer
Furta-cor de prazer

E não há como negar
Que o prato a se ofertar
Não a faça salivar

Num quartinho de ilusão
Meu cão que não late em vão
No frio atrito meditei
Dessa vez não serei seu freguês

Meia Noite
Num frio que é um açoite
A confeiteira e seus doces
Sempre vem oferecer
Furta-cor de prazer

E não há como negar
Que o prato a se ofertar
Não a faça salivar

Num quartinho de ilusão
Meu cão que não late em vão
No frio atrito meditei
Dessa vez não serei seu freguês


domingo, 26 de fevereiro de 2012

Criolo Doido - Chuva Ácida


Enviado por  em 01/10/2010
http://arquivodorap.blogspot.com/
chuva acida sera bem pior q o lançamento de um missel
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Peixes mutantes invadindo o congresso
Vomitando poluentes com o logotipo impresso
Br(?) quem é do mangue não esquece
As vítimas perecem, as famílias enlouquecem
O caranguejo gigante decepando seus corpos
Aniquilar suas famílias, jogá-las aos corvos
Graças bizarras movidas a óleo, sem dó e sem dor
Bicando seus olhos, sobrevoando em campos
Uma seleção de mortos, pensamentos mórbidos (não)
Realidade, carne e ossos
Enquanto ser humano eu vou destruindo o que posso
O elevador aqui só desce, o demônio é meu sócio
Abriram (uuuuh) a caixa de pandora
Saimon diz: Saiam agora!
A chuva espalhando, todos os mares
Ai ai, uiui (uiuiuiui), ai como isso arde
É bateria de celular, similares (?)
A peste invisível maculando os ares
Mercúrio nos rios, diesel nos mares, o solo estéril, é já fizeram sua parte, uuuuh ó e salvem o planeta, papelzinho de bala no chão tio é muita treta
O sádico monstro está à frente
Sai do círculo vicioso e recicla sua mente (vamo estuda pô!)
Minha rima é voraz, árdua e quente, o crioulo aqui é doido e os planos são dementes,
E o futuro é num piscar de olhos, cê ta sabendo?(olha ali ó) fulano ali ta derretendo
Eles ficam assim, olhando pra mim, terceiro setor, vem que tem dimdim, vendem a ideia de que são legais, nadar de costas vai jacaré abraça! (x2)
Num universo de horrores, tuberculose, câncer, tumores, chagas que a prata não repara
Vidas cujo o respeito, não viram nada
O homem sendo a imagem da besta
Crack a fichê(?) estão destruindo o planeta
Em breve nascerão vacas sem tetas
Nos cafezais, milharais, a praga dominando a colheita
A água que é pouca sumirá totalmente
Suas sacolas de dinheiro não comprarão seu copo de aguardente
Porque destruiram a cana, que adoça os doces, que adoça o amargo da vida
Olhar em volta e ver tanta burrice reunida
Vamos parar com isso, aprender sobre a coleta seletiva de lixo
Arqueólogos, geólogos, antropólogos (aaaah) façam parte dos nossos
Respeito e instrução ao povo para dizerem sim eu posso, sim eu posso, sim eu posso
Senhores do orgulho, arbutres comerão suas tripas no entulho
As nuvens vão se formando, as gotas deteriorando, são as pernas quentes da morte aos poucos, aos poucos, aos poucos nos carregando
Eles ficam assim, olhando pra mim, terceiro setor, vem que tem dimdim, vendem a ideia de que são legais, nadar de costas vai jacaré abraça! (x4)
Nada de costas vai jacaré abraça!~

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Criolo Doido - Ainda Ha Tempo


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Enviado por  em 01/10/2010
http://arquivodorap.blogspot.com/
ainda ha tempo ,as pessoas nao saomas elas só estao perdidas

Cê quer saber,
Então, vou te falar,
Porque as pessoas sadias adoecem,
Bem alimentadas, ou não,
Porque perecem.
Tudo está guardado na mente,
O que você quer nem sempre condiz com o que outro sente.
Eu tô falando é de atenção,
Que dá cola ao coração.
E faz marmanjo chorar,
Se faltar um simples sorriso, às vezes um olhar.
E que se vem da pessoa errada, não conta,
Amizade é importante, mas o amor escancara tanto.
E o que te faz feliz,
Também provoca dor,
A cadência do surdo no colo que se forjou.
E aliás, cá pra nós, até o mais desandado,
Dá um tempo na função, quando percebe que é amado.
E as pessoas se olham e não se falam,
Se esbarram na rua e se maltratam.
Usam a desculpa de que nem Cristo agradou.
Falô! Cê vai querer mesmo se comparar com o Senhor?

''As pessoas não são más, mano, elas só estão perdidas. Ainda há tempo.''
Não quero ver você triste assim, não
Que a minha música possa te levar amor...

Exemplo não sou, tô longe de ser.
Cidadão comum com vontade de vencer.
Rap, que energia é essa?
Um dom, um karma, uma dívida , uma prece.
Infelizmente tem alguns que desmerecem.
É tanta coisa na cabeça. Sai fora, me esquece.
Sem saúde, sem paz ,
O nosso povo padece.
No Grajaú só, no frio de dá dó.
Esperando a lotação, pra ir pro evento de rap
Lembrei de alguém que não tá mais entre a gente.
A dona morte vem, carrega os mano na mó pressa,
Uma estrela a mais no céu, um rimador falta na terra.
Deus sabe sempre o que tá fazendo,
Mesmo sabendo disso eu sofro, vai vendo.
Quem tem noção das coisas, sente o peso da maldade.
A cobrança é maior, inteligência traz vaidade.
E quem se deixou levar fraquejou.
Essa é a verdade, aprenda com os erros,
Não se sinta um convarde.
Na praia, Jesus me carregou no colo,
Eu vi o par de pegadas, não entendi o óbvio .
Que o fardo não é maior do que posso carregar.
Se a vida é o jogo, então vamos ganhar.

''As pessoas não são más, mano, elas só estão perdidas. Ainda há tempo.''
Não quero ver você triste assim, não
Que a minha música possa te levar amor...

Então me fala, fala,
Pergunta que não cala.
Se o rap é pro bem, então por que tanta gente atrapalha?
Com o poder da mente, a maldade paraliso.
O mecanismo do sistema é sugar sua alma vivo.
Seu sangue, seu suor, são só detalhe nisso.
Chuva ácida será bem pior que um lançamento de um míssil.
Entre o céu e o inferno, no Grajaú me localizo,
Flutuando na hipocrisia do lodo e do fascismo.
Pronto pra rimar um doido, criolo mestiço,
Eu não sou preto, eu não sou branco, eu sou do rap, eu sou bem isso!
Quem perdeu a noção, por luxúria tá perdido.
Quem perdeu a razão por dinheiro, eu nem te digo.
Saúde e microfone é a fórmula que preciso.
Porque se o rap está comigo, eu não me sinto excluído.

''As pessoas não são más, mano, elas só estão perdidas. Ainda há tempo.''
Não quero ver você triste assim, não
Que a minha música possa te levar amor.


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Criolo - Morto Vivo


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Enviado por  em 28/10/2010
MORTO VIVO (OU AMIGO ATÉ CERTO PONTO)

Morto Vivo
Criolo Doido


Morto vivo Ca fungue que mais não vai roubar minha brisa dê um passo pra trás todo mundo é amigo até certo ponto não vou te deixar na mão mais dá um desconto porque hoje não quero ver sofrimento então hoje vai buscar o seu sustento começa hoje vai muda sua rotina dê um pouco mais de valor a sua vida ninguém eu sei vai te passar o pano louco largado na rua e desengano acabado essa é a verdade você próprio cheirou sua dignidade então qual qual, qual é o objetivo se acabar com o nariz vai cheirar pelo ouvido a ajuda vem de onde menos se espera e dentro de você há um poder que não enxerga eu sei são coisas da vida mais com a lamentação não se ganha uma partida cheira tudo e acaba no escuro deus não fez o homem pra viver nesse absurdo é só um toque pra sair desse mundo porque se o pó é de primeira é de primeira você vai pro fundo

Eu devia ter falado pra você das coisas que passei e o quanto eu sofri só não sabia que iria acabar assim só não sabia que iria se acabar

A vida é bela agente é quem fode ela se acabar no pó não vira é sem comédia os irmãos que estão procurando ajuda não sou do sindicato mais a luta continua e vai seguindo no passo do elefantinho desestruturar de novo leva tempo meu amigo vai ter que vencer a força da química driblar o preconceito e o respeito da família ter de volta todo esse carinho o homem não é nada sem o amor dos seus filhos da mãe do pai nossa até me arrepia não vá abrir mão disso tudo na sua vida é simples e começa com uma frase pedir ajuda não é um ato covarde mais tarde colher novos frutos quem plantou coragem vai voar ganhar um mundo na recuperação porque todo mundo erra e quem não erra que atire a primeira pedra isso é tudo o que eu sempre quis ter de volta os irmãos fisgado pelo nariz

Eu devia ter falado pra você das coisas que passei e o quanto eu sofri só não sabia que iria acabar assim só não sabia que iria se acabar 

Ilusionismo Quadrilátero

ILUSIONISMO
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* Victor Nogueira .
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Ele há um tempo p’ra tudo na vida
Cantando hora, minuto, segundo;
Por isso sempre existe uma saída
Enquanto nós estivermos neste mundo.
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Há um tempo para não fenecer
Há mar, sol, luar e aves com astros
Há uma hora p'ra amar ou morrer
E tempo para não se ficar de rastos.
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P'ra isso e' preciso sabedoria
Em busca dum bom momento, oportuno,
Com ar, bom vinho, pão e cantoria,
Sem se confundir a nuvem com Juno.
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1991.08.11 - SETUBAL