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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Hugo Maia Loureiro - Canção De Amanhecer


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Enviado por em 02/10/2010
Cancão De Amanhecer,
Poesia de José Carlos Ary Dos Santos e música de Nuno Nazareth Fernandes. Lado B do single com a etiqueta Zip que tem no lado A a Canção De Madrugar.

Remasterizado e convertido para stereo a partir do vinil original por Luiz Sommerville.

Audio e video por Luiz Sommerville
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Canção De Amanhecer
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"Vou cantar
O mal de não saber
Que aqui ao pé do mar
Nascemos a morrer

Vou cantar
O mal d´anoitecer
Neste lugar sem ar
Sem nada acontecer

Vou dizer,vou dizer
Vou lembrar ao meu povo
Que é preciso morrer
Para nascer de novo

Vou nascer
Serei um homem novo
Que pôde amanhecer
No ventre do seu povo"

José Carlos Ary Dos Santos

domingo, 18 de setembro de 2011

Hugo Maia Loureiro - Canção De madrugar


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Enviado por em 25/03/2010
Cancão De Madrugar,poesia de José Carlos Ary Dos Santos e música de Nuno Nazareth Fernandes.Canção concorrente ao Festival RTP Da Canção de 1970,ficou classificada em 2º lugar.Lançada em vinil single com a etiqueta Zip tinha no lado B outra performance destes três senhores: Canção De Amanhecer.
Remasterizado e convertido para stereo a partir do vinil original por Luiz Sommerville.
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De linho te vesti
De nardos te enfeitei
Amor que nunca vi
Mas sei

Sei dos teus olhos acedos na noite
Sinais de bem despertar
Sei dos teus braços abertos a todos
Que morrem devagar
Sei meu amor inventado um dia
Teu corpo há-de acender
Uuma fogueira de sol e de fúria
Que nos verá nascer

Irei beber em ti
O vinho que pisei
O fel do que sofri e dei
Ddei do meu corpo chicote de força
Rasei meus olhos com mágoa
Dei do meu sangue uma espada de raiva
E uma lança de mágoa
Dei do meu sonho uma corda de insónias
Cravei meus braços com setas
Descobri rosas, alarguei cidades
E construí poetas

E nunca te encontrei
Na estrada do que fiz
Aamor que não logrei
Mas quis

Sei meu amor inventado que um dia
Tteu corpo há-de acender
Uuma fogueira de sol e de fúria
Que nos verá nascer
Então:

Nem choros, nem medos, nem uivos, nem gritos,
Nem pedras, nem facas, nem fomes, nem secas,
Nem feras, nem ferros, nem farpas, nem farsas,
Nem forcas, nem cardos, nem dardos, nem terras,
Nem choros, nem medos, nem uivos, nem gritos,
Nem pedras, nem facas, nem fomes, nem secas,
Nem terras, nem ferros, nem farpas, nem farsas
Nem MAL.
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Ilusionismo Quadrilátero

ILUSIONISMO
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* Victor Nogueira .
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Ele há um tempo p’ra tudo na vida
Cantando hora, minuto, segundo;
Por isso sempre existe uma saída
Enquanto nós estivermos neste mundo.
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Há um tempo para não fenecer
Há mar, sol, luar e aves com astros
Há uma hora p'ra amar ou morrer
E tempo para não se ficar de rastos.
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P'ra isso e' preciso sabedoria
Em busca dum bom momento, oportuno,
Com ar, bom vinho, pão e cantoria,
Sem se confundir a nuvem com Juno.
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1991.08.11 - SETUBAL