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quinta-feira, 29 de março de 2012

Vertigo - A Mulher que Viveu Duas Vezes




Um dos mais célebres filmes de suspense de sempre, realizado por Alfred Hitchcock em 1958, com JamesStewart, Kim Novak e Barbara Bel Geddes nos principais papéis. Stewart interpreta o papel de Scotie Ferguson,um polícia atormentado pelo seu medo de alturas, que é transferido para uma corporação de São Franciscodevido a suspeitas de não ter evitado a morte de um colega. Aí, é destacado para proteger Madeleine Elster(Kim Novak) dos seus constantes ataques suicidas. Depois de salvá-la de morrer afogada, não consegue,devido às suas vertigens, impedi-la de subir a uma torre e assiste impotente à sua morte, culpabilizando-se.Contudo, quando acidentalmente vê uma mulher muito parecida com ela coloca a hipótese de Madeleine estarviva. Para o sucesso deste filme contribuiu em grande parte a originalidade do desfecho da história, dovirtuosismo da banda sonora de Bernard Herrmann e sobretudo da interpretação de Stewart numa lutacomplexa com o seu bloqueio psicológico, tentando obter um equilíbrio emocional através de um amorobsessivo.




Vertigo - A Mulher que Viveu Duas Vezes. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. [Consult. 2012-04-16].
Disponível na www: .




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Enviado por  em 26/10/2009
Scenes from Alfred Hitchcock's 1958 movie Vertigo with dramatic music by Bernard Herrmann.

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Enviado por  em 20/12/2006
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Autor:galinhola

Vertigo (1958) - trailers

Trailers for Vertigo (1958)...

Contents

 [hide

Trailer 1

(c) Universal Studios
(voice)   Vertigo – a feeling of dizziness... a swimming in the head...
          figuratively a state in which all things seem to be engulfed
          in a whirlpool of terror. As created by Alfred Hitchcock in
          the story that gives new meaning to the word suspense.

caption:  'VERTIGO'

caption:  STARRING JAMES STEWART
caption:  KIM NOVAK

(Novak)   I don't wanna die. There's someone inside me and she says I
          must die. Oh Scottie, don't let me go.

(voice)   A beautiful girl haunted by the desperate unexplainable urge
          to destroy herself. A man possessed by the paralysing vertigo
          that made him afraid of high places.

(Geddes)  Easy now.
(Stewart) I know, I know, it's a cinch. Here, I look up, I look down,
          I look up, I look...

(voice)   What was the strange attraction that brought these two
          together in spite of the dark forces that tore them apart?
          The spectre from the past that drew her to the ancient
          headstone in the mission graveyard. The compulsion that drove
          her relentlessly to the point of no return. The story of a
          love so powerful it broke down all barriers between past and
          present, between life and death. Between the golden girl in
          the dark tower and the tawdry redhead that he tried to remake
          in her image.

(Novak)   If I let you change me, will that do it? If I do what you tell
          me, will you love me?
(Stewart) Yes.
(Novak)   Alright, then I'll do it. I don't care anymore about me.

caption:  JAMES STEWART
          AS YOU'VE NEVER SEEN HIM BEFORE

caption:  KIM NOVAK
          PLAYING TWO AMAZING ROLES

caption:  CO-STARRING
          BARBARA BEL GEDDES
          WITH
          TOM HELMORE
          HENRY JONES

caption:  ONLY HITCHCOCK
          COULD WEAVE
caption:  THIS
          TANGLED WEB
          OF TERROR

caption:  ALFRED HITCHCOCK'S
          'VERTIGO'
          TECHNICOLOR VISTAVISION

Trailer 2 - Re-release Trailer

(c) Universal Studios
(Stewart) I wake up at night seeing that man fall from the roof and I try
          to reach out to him.
(woman)   It wasn't your fault.

caption:  A MYSTERY
          REVISITED

(Helmore) Do you believe that someone out of the past, someone dead, can
          enter and take possession of a living being?

caption:  A MASTER
          REMEMBERED

(Stewart) You jumped into the bay, you didn't know where you were. You
          guessed, but you didn't know.
(Novak)   I didn't jump, I didn't jump, I fell, you told me I fell.
(Stewart) Why did you jump? Why did you jump?
(Novak)   Please don't ask me, please don't ask me.

caption:  A MASTERPIECE
          RESTORED

caption:  'VERTIGO'

(Novak)   What is this? What do you want?
(Stewart) Just wanna know who you are.

caption:  PRESENTED
          FOR THE FIRST TIME
          IN 70MM
          AND
          DTS DIGITAL STEREO

(Novak)   I remind you of her.
(Stewart) I need you to be Madeleine for a while.

caption:  JAMES STEWART
caption:  KIM NOVAK

caption:  IN
          ALFRED HITCHCOCK'S
caption:  'VERTIGO'

caption:  "VERTIGO"
          CO-STARRING BARBARA BEL GEDDES
          WITH TOM HELMORE – HENRY JONES
          RESTORATION PRODUCED AND RECONSTRUCTED 
          ROBERT A. HARRIS
          AND JAMES C. KATZ

caption:  BASED UPON THE NOVEL “D'ENTRE LES MORTS” BY 
          PIERRE BOILEAU AND THOMAS NARCEJAC
          SCREENPLAY BY ALEC COPPEL
          AND SAMUEL TAYLOR
          DIRECTED BY ALFRED HITCHCOCK
          TECHNICOLOR
          A UNIVERSAL CLASSIC

caption:  EXCLUSIVE
          ENGAGEMENT
          THIS FALL
          IN SELECTED CITIES 

http://www.sensesofcinema.com/contents/05/35/hitchcocks_trailers.html 

http://www.hitchcockwiki.com/wiki/Vertigo_(1958)_-_trailers

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Ingmar Bergman ~ Música na Noite


CINEBULIÇÃO

01/03/2011

Música na Noite



por Luiz Santiago


     Primeiro sucesso comercial de Bergman, seu quarto filme e sua entrada definitiva na Svensk Filmindustri, Música na Noite destacou-se melhor que as outras três películas do diretor, mas não é necessariamente melhor dirigido que Um Barco Para a Índia, por exemplo. O ganho principal dessa quarta obra do mestre sueco está no plano técnico, e é impossível não lembrar da cena de abertura, quando a personagem de Bengt (Birger Malmsten, numa interpretação excepcional) sobrevive ao acidente e se dá conta de que está cego. Os pesadelos e a indicação da perturbação e transformação psicológica da personagem passa pelo fantástico e inusitado, destoando do restante do filme, mas com um resultado primoroso.

     O roteiro, que é uma adaptação do romance de Dagmar Edqvist, apesar de se desenvolver de maneira correta, não ultrapassa essa linha da normalidade. O filme conta com momentos políticos, em trechos literários e personagens socialistas; musicais, com a reprodução de peças de Chopin, Beethoven e Badarzewska Baranowska; e neorrealistas, com destaque para a sequência de Bengt na linha do trem, cena de um tom puramente rosselliniano. Esse desenvolvimento apenas correto da história central, apesar de emocionar bastante, não consegue sustentar as várias pequenas narrativas que se apresentam no meio do caminho, e chega a deixar pontas não amarradas na história. Tudo caminha para o desfecho do final feliz, e só não torna o filme medíocre, porque o tratamento de Bergman dado às cenas que filma, junto ao uso dramático e sugestivo da música, consegue dar um bom ritmo e uma boa adequação ao produto final.


     É interessante perceber como em cada filme de sua primeira fase, Bergman se tornava cada vez mais icônico. Se em Um Barco Para a Índia ou Chove Sobre Nosso Amor, já tínhamos o uso de elementos do cenário como indicadores de sentimentos ou dramas particulares, em Música na Noite, os objetos do cenário funcionam como uma introdução à atmosfera da cena, e são usados em grande quantidade até o meio do filme. Um anjo com uma trombeta, um prato com espinhas de peixe, um cômodo vazio, são exemplos de que Bergman já criava a sua cartilha de símbolos.

     A fotografia de Göran Strindberg também segue uma tendência neorrealista, deixando mais o cenário falar por si do que tentando pintar com a luz as diversas nuances dramáticas daquele espaço. Diferente dos outros dois filmes que trabalhou com Bergman, em Música na Noite, o fotógrafo opta por uma atmosfera mais lúgubre, abusa das sombras e névoas, deixa até um ar meio noir em tomadas noturnas e externas, sequências muito bonitas de se ver.


     O romance dirigido por Bergman em Música na Noite não termina bem. O filme apresenta um avançado domínio técnico, uma tendência ao experimentalismo e o início das convenções do cinema do diretor, mas o seu produto fechado não é tão primoroso quanto o público julgou à época, enchendo as salas de cinema. Embora funcione relativamente bem, penso que o desfecho da história está aquém daquilo que conhecemos como “final bergmaniano”. A confirmação disso vem quando lemos algumas entrevistas do diretor apontando Lorens Marmstedt, o produtor da fita, como o principal “podador” do filme, fazendo o iniciante realizador curvar-se às imposições do Estúdio. Mesmo assim, temos um romance incomum e muito profundo em Música na Noite. O plano técnico é de fato o grande destaque do filme, mas não se pode deixar de perceber a rigorosa direção de atores e o cuidado extremo com a composição dos quadros. Sensível e emocionante, Música na Noite é um hino à vida, à superação das dificuldades, e ao amor.


MÚSICA NA NOITE (Musik i Mörker, Suécia, 1948).
Direção: Ingmar Bergman
Elenco: Mai Zetterling, Birger Malmsten, Olof Winnerstrand, Bibi Skoglun, Hilda Borgström, Gunnar Björnstrand, Douglas Hage.




Sinopse:Um dos melhores filmes da fase inicial do diretor Ingmar Bergman. Um jovem pianista fica cego em um acidente durante o serviço militar. Aos poucos, ele se adapta à nova condição, mas desenvolve um complexo de inferioridade devido à compaixão que o rodeia. Sua vida ganha um novo sentido quando conhece Ingrid, uma órfã que trabalha como empregada doméstica. Música na Noite é um romance dirigido com muita sensibilidade e leveza por Bergman e conta com uma grande atuação de Birger Malmsten (Um Barco para a Índia) no papel principal..


Título: Música na Noite, de Ingmar Bergman
Título Original: Musik I Mörker
Direção: Ingmar Bergman
Elenco: Mai Zetterling, Birger Malmsten, Olof Winnerstrand, Naima Wifstrand, Bibi Skoglund, Hilda Borgström, Douglas Håge, Gunnar Björnstrand, Bengt Eklund
Ano de Produção: 1948
Duração: 86 minutos
Cor: Preto e Branco
Tipo de Diálogo: Adulto
Formato da Tela: Fullscreen 1.33:1
Gênero: Drama
Faixa Etária: 14 anos
País de Produção: Suécia
Legenda: Português
Idioma: Sueco

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Ingmar Bergman: La hora del lobo · Vargtimmen · The Hour of the Wolf (1968)


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Enviado por  em 01/09/2006
Trailer for Ingmar Bergman's "Hour of the Wolf"





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Enviado por  em 25/08/2007
Mágica escena de la película "La hora del lobo"

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Enviado por  em 28/09/2007
univers entremélés de Bergman et Pink floyd

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

The Ides of March Trailer 2011 Official movie trailer

Vou Sair
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Enviado por em 16/10/2011
Realizado e interpretado por George Clooney juntamente com Paul Giamatti, Philip Seymour Hoffman, Ryan Gosling e Marisa Tomei.
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Enviado por em 30/07/2011
The Ides of March Trailer 2011 Official movie trailer

A young communications director works for a fast-rising presidential candidate. During the course of the campaign, the idealistic young man falls prey to the backstabbing and other dirty trickery of seasoned rival politicos.
The Ides of March is an upcoming 2011 American drama film directed by George Clooney from a screenplay by Clooney and Grant Heslov. It stars Clooney, Marisa Tomei, Paul Giamatti, Ryan Gosling and Evan Rachel Wood. It is an adaptation of the play Farragut North. The Ides of March Trailer 2011 Official movie trailer, presented in HD 1080p high resolution.


The Ides of March Trailer 2011 Official movie trailer



Release Date: October 7, 2011
Directors: George Clooney
Writer: George Clooney, Grant Heslov
Cast:
George Clooney as Governor Mike Morris, a Democratic presidential candidate.
Ryan Gosling as Stephen Meyers, the mastermind behind Morris' campaign.
Paul Giamatti as Tom Duffy, a rival campaign manager.
Marisa Tomei as Ida Horowicz, a reporter for the New York Times.
Evan Rachel Wood as Molly Stearns, an intern for Morris' campaign.



The Ides of March Trailer 2011 Official movie trailer, courtesy Sony Pictures.



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Sábado, 12 Novembro 2011 16:15
ides_of_march2
Depois de um ambicioso Boa Noite, e Boa Sorte (2005), Clooney volta aos meandros da política com este Nos Idos de Março. E se em 2006 o filme que escreveu e realizou a preto e branco conseguiu seis nomeações da Academia, não nos admiremos se Clooney repetir a façanha este ano e voltar a ter uma obra sua a figurar entre os nomeados aos Óscares.

O actor-galã é capaz de piscar o olho a uma Hollywood clássica. Aqui, além de realizar, Clooney surge também à frente das câmaras, interpretando o político à volta de qual tudo se desenrola. Em causa estão as eleições primárias no estado do Ohio, um estado importante do ponto de vista simbólico: reza a “lenda” que quem vence no Ohio tem caminho aberto para triunfar nas presidenciais.

Aqui temos uma história de intriga política, feita de escândalos e traições, em que os valores éticos são constantemente postos em causa, senão mesmo destruídos. É o chamado mundo sujo da política, o tipo de ambiente que nos incomoda enquanto cidadãos democratas mas que, nas mãos de um bom contador de histórias, é certeza de um filme com vida.


Um elenco impressionante


Acrescente-se que Clooney fez questão de se rodear de um elenco que impõe respeito. Ryan Gosling é o protagonista e surge aqui numa altura em que se afirma como um dos mais relevantes actores do momento em Hollywood – este ano ainda o vamos poder ver em Drive, de Nicolas Winding Refn.

Para além de Gosling, há ainda Phillip Seymour Hoffman, Paul Giamatti, Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Marisa Tomei, enfim, gente com nome e talento num filme que é sobre palavras, meias verdades e intrigas políticas, e que ainda assim tem todos os ingredientes para atrair um grande público que nem sempre está habituado a esta faceta de Hollywood. 

Felizmente Clooney é um daqueles realizadores que acha que Hollywood não tem de ser apenas entretenimento. É também boa plataforma para nos pôr a pensar. Aqui poderemos fazê-lo, acompanhados pelo ritmo e elegância de um Clooney-realizador que já ameaça fazer sombra à sua carreira de actor.

Nos Idos de Março já está em exibição nos cinemas nacionais. Aproveitem para ver o trailer aqui.

Pedro F. Pina
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http://www.vousair.com/cinemanoticias/6872-filme-da-semana-nos-idos-de-marco.html

Ilusionismo Quadrilátero

ILUSIONISMO
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* Victor Nogueira .
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Ele há um tempo p’ra tudo na vida
Cantando hora, minuto, segundo;
Por isso sempre existe uma saída
Enquanto nós estivermos neste mundo.
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Há um tempo para não fenecer
Há mar, sol, luar e aves com astros
Há uma hora p'ra amar ou morrer
E tempo para não se ficar de rastos.
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P'ra isso e' preciso sabedoria
Em busca dum bom momento, oportuno,
Com ar, bom vinho, pão e cantoria,
Sem se confundir a nuvem com Juno.
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1991.08.11 - SETUBAL