Tempo em Setúbal

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

“Aquele Inverno em Veneza” (Don't Look Now), melhor filme britânico de sempre, por Daphne du Maurier e Nicolas Roeg

Aquele Inverno em Veneza Daphne du Maurie -  Romance

Metamorfoses  14- Encadernação- Brochado (Capa Mole)
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Título Original:
"Don't Look Now" (1973) - Realização: Nicolas Roeg - Argumento: Allan Scott, inspirado no livro de Daphne Du Maurier - Actores: Julie Christie - Laura Baxter - Donald Sutherland - John Baxter -Hilary Mason - Heather Clelia Matania - Wendy


Este inquietante filme transporta-nos para um universo angustiante em que os acontecimentos se desenrolam diante dos nossos olhos sem a nossa compreensão das realidades. Mas atenção: ao contrário do que acontece com David Lynch, que cada vez mais filma o irracional e o inconcebível, Nicolas Roeg cede aqui uma resolução para todos os enigmas. Tudo tem uma explicação, todas as peças do «puzzle» se encaixam com engenho e nada é deixado ao acaso. O argumento genial é inspirado num dos contos insólitos mais brilhantes que já li: Don’t Look Now da romancista inglesa Daphne Du Maurier. É um conto que se lê com fascínio e que justapõe o drama pessoal dos personagens à fatalidade em que se vêem enredados num sombrio Inverno passado em Veneza. O brilhantismo do realizador Nicolas Roeg está em conseguir transpor o elemento macabro e insólito do conto para um filme que ele constrói com maestria e talento. Respeitando a história original mas concebendo-a como um interessante produto cinematográfico. Don’t Look Now, título original do filme, é a primeira frase expressa na narrativa de Daphne Du Maurier e também o título do conto. Curiosamente, no filme, nenhum dos personagens profere esta expressão. O Não olhes agora evidencia desde já uma inquietação sobre qualquer coisa, qualquer entidade, qualquer fenómeno que se pode abater sobre nós. Este é um filme sobre a crença e a falta de fé. Uma história em que fica evidente o quanto é necessário acreditar em qualquer coisa. É um filme sobre a fatalidade do Destino, sobre a necessidade de impedir tragédias que se pressagiam. E é um filme sobre a inoperância do espírito que vê e não acredita. Donald Sutherland e Julie Christie encarnam um casal fragilizado pela recente morte da sua pequena filha. Sutherland deixa Londres com a esposa e parte para Veneza, onde vai trabalhar no restauro de uma igreja antiga. Eles fogem ao seu drama pessoal e procuram refúgio na cidade italiana. A sua fuga ao ambiente onde decorreu a tragédia pareceria uma solução ideal mas em Veneza eles vão encontrar algo mais de terrível e de inevitável. O perigo, esse não se sabe bem de onde pode vir. Mas a inquietação está presente em quase todas as cenas do filme, às vezes, metamorfoseando-se em medo evidente, outras vezes numa angústia contida mais ou menos indescritível. O encontro insólito e recorrente com as duas idosas inglesas é determinante. Sendo uma delas cega e declarando-se “médium”. E testemunhando que vê a filha do casal no meio deles. Os olhos da senhora são baços e sinistros. Mas não serão aquelas mulheres particularmente estranhas e suspeitas? Laura (Julie Christie) acredita no que lhe é dito e a possibilidade de a filha estar viva parece deixá-la serena e esperançosa. Mas acreditar numa mentira pode ser uma falsa abertura para a felicidade. John (Donald Sutherland) é ateu, céptico e demove-se de acreditar em tudo o que lhe declaram. Se ele corre perigo, e as premonições existem e fazem sentido, uma tragédia pode estar a abater-se sobre ele. Roeg consegue recriar o ambiente sinistro de uma Veneza tenebrosa e fria com o recurso sábio a vários instrumentos cinematográficos de valor: uma bela Fotografia que nos mostra as realidades nas suas perspectivas mais estranhas – daí o uso de espelhos, de sombras, de nevoeiros, de máculas e distorções na imagem; depois, um bom trabalho de Montagem que opera impacto emocional mediante a sucessão trabalhada das imagens – tanto nos percursos orientados nos becos de Veneza como até na cena de amor do casal; por fim, a música eficaz (mas não propriamente brilhante) de Pino Donaggio – compositor com quem Brian De Palma trabalharia sucessivas vezes, pouco tempo depois, nos seus filmes de suspense e mistério. O resultado final é este: um filme que se associa ao estilo inquietante do Roman Polanski de A Semente do Diabo (1968) ou O Inquilino (1976); e que trabalha densamente a recriação da angústia e do suspense mediante ingredientes insólitos e bizarros. Como David Cronenberg ou David Lynch viriam a fazer mais tarde com desenvoltura. Nicolas Roeg é um autor menos famoso mas tem um estilo pessoal também. Roeg filma, a meu ver, às vezes de forma seca e pouco apelativa mas pega em histórias diversas narrando-as de modo insólito e original. Vejam-se O Homem Que Caiu à Terra (1976) com David Bowie; e Bad Timing (1980) com Theresa Russel e Art Garfunkel. Don’t Look Now é um belo espécime cinematográfico. Com uma violência subliminar. E rigor na recriação de aspectos aparentemente menores mas muito importantes – como o aspecto visual dos reflexos nas águas ou nos espelhos; ou o aspecto sonoro dos passos e das vozes nos becos escuros de onde só saem ecos e sons cavernosos. Não sendo brilhante, é um bom filme. E visto à segunda vez, tudo parece nele bastante consistente e lógico. Certamente a descobrir e a redescobrir. ® José Varregoso
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http://cine7.blogspot.com/2007/04/aquele-inverno-em-veneza.html
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

La muerte de Venecia - Charles Aznavour


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sergiotarot2008 | 31 de Dezembro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 10 utilizadores que não gostaram deste vídeo
não existe nenhuma descrição disponível
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laccrimas | 1 de Maio de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 8 utilizadores que não gostaram deste vídeo
maravillosa Venecia
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Com' È Triste Venezia Lyrics

Com'è Triste Venezia
soltanto Un Anno Dopo
com'è Triste Venezia
se Non Si Ama Più
si Cercano Parole
che Nessuno Dirà
e Si Vorrebbe Piangere
non Si Può Più

com'è Triste Venezia
se Nella Barca C'è
soltanto Un Gondoliere
che Guarda Verso Te
e Non Ti Chiede Niente
perché Negli Occhi Tuoi
e Dentro La Tua Mente
c'è Soltanto Lei

com'è Triste Venezia
soltanto Un Anno Dopo
com'è Triste Venezia
se Non Si Ama Più
i Musei E Le Chiese
si Aprono Per Noi
ma Non Lo Sanno
che Ormai Tu Non Ci Sei

com'è Triste Venezia
di Sera La Laguna
se Si Cerca Una Mano
che Non Si Trova Più
si Fa Dell'ironia
davanti A Quella Luna
che Un Dì Ti Ha Vista Mia
e Non Ti Vede Più

addio Gabbiani In Volo
che Un Giorno Salutaste
due Punti Neri Al Suolo
addio Anche Da Lei
troppo Triste Venezia
soltanto Un Anno Dopo
troppo Triste Venezia
se Non Si Ama Più
..http://www.6lyrics.com/com_e_triste_venezia-lyrics-charles_aznavour.aspx.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Morte em Veneza de Thomas Mann por Luchino Visconti


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ennemme | 1 de Fevereiro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 2 utilizadores que não gostaram deste vídeo
"Morte a Venezia" by Luchino Visconti
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countvonfersen | 22 de Novembro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 1 utilizadores que não gostaram deste vídeo
This part of "Death in Venice" movie was chosen by somebody else but I also enjoyed it (as I did with this movie a long time ago).
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CanalTCM | 12 de Fevereiro de 2009 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 1 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Sigue nuestro blog de 50 PELÍCULAS QUE DEBERÍAS VER ANTES DE MORIR, con piezas nuevas cada semana, recopilación de todas las piezas anteriores y espacio para comentar en http://www.canaltcm.com/50peliculas

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SadeVisconti | 27 de Fevereiro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Death in Venice de Luchino Visconti 1971...

La transformacion de von aschenbach...obra maestra jaja: Y ahora el signore puede enamorarse tan pronto como le plazca..

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europecinema | 29 de Outubro de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 1 utilizadores que não gostaram deste vídeo
01LV

Making of "Death in Venice" (1971) Directed by Luchino Visconti
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cenjor2007 | 2 de Julho de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 5 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Video Editing by Jorge Monteiro during a CENJOR Workshop, School of Journalism, Lisbon, July 2007
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majorarmyguy | 16 de Abril de 2010 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo 
A video tribute to Björn Andrésen who brought Tadzio to life in Luchino Visconti's 1971 film adaptation of Thomas Mann novella Death in Venice. Björn Johan Andrésen (born 26 January 1955, in Stockholm, Sweden) is a Swedish actor and musician. He is most famous for playing the fourteen-year-old Tadzio in Luchino Visconti's 1971 film adaptation of the Thomas Mann novella Death in Venice. Andrésen had only appeared in one film, En Kärlekshistoria (1970) at the time he was cast in Death in Venice, which gained him international recognition. While the film performed relatively poorly at the box office, Andrésen was noted for his performance as Tadzio, the beautiful young Polish boy with whom the film's older protagonist Gustav von Aschenbach falls in love. Film historian Lawrence J. Quirk commented in his study The Great Romantic Films (1974) that some shots of Andrésen "could be extracted from the frame and hung on the walls of the Louvre or the Vatican". Rumors circulated in America at the time of the film's release as to whether or not Andrésen was homosexual (as the role demanded that he appear to exchange romantic glances with the protagonist and on other occasion be kissed and caressed by another teenage boy). Andrésen emphatically denied these, and later recounted his discomfort at being forced by director Luchino Visconti during filming to visit a gay bar, where he attracted the attention of a number of older men. Eager to dispel the rumors regarding his sexuality and to shed his "pretty boy" image, Andrésen thereafter avoided homosexual roles and parts which he felt would play off of his good looks, and was angry when feminist writer Germaine Greer used a photograph of him on the cover of her book The Beautiful Boy (2003) without first obtaining his personal permission. Although Greer did consult with photographer David Bailey (who owned the copyright for the image) before publishing the book
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MYFILMS1 | 6 de Novembro de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 4 utilizadores que não gostaram deste vídeo
This are Part 1 and 2 of an abridged film adaptation featuring the character Tadzio, from Luchino Visconti's "Death In Venice", oft described as the "most beautiful boy" on earth.

Film historian Lawrence J. Quirk once wrote, "Some shots of Björn Andrésen... could be extracted from the frame and hung on the walls of the Louvre or the Vatican." Swedish-born actor Björn Andrésen, who portrayed the sexually ambiguous, adolescent boy, had virtually no dialogue in the classic film. His remarkable androgynous beauty prompted feminist Germaine Greer to use a photograph of Andrésen on the cover of her book The Beautiful Boy (2003).

"Death In Venice" was only his 2nd film; bedeviled by his sudden notoriety and rumours about his sexuality, Andrésen ultimately shunned acting altogether.

The musical score is Gustav Mahler's "Adagietto" from his 5th Symphony.
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Morte em Veneza
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Der Tod in Venedig 1912
A Morte em Veneza (no original em alemão Der Tod in Venedig) é uma novela escrita por Thomas Mann e publicada pela primeira vez em 1912.
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Em A Morte em Veneza, Thomas Mann apresenta uma escrita complexa e profunda, onde quase cada parágrafo pode ter várias leituras. Em contraponto, o enredo é praticamente inexistente: um homem de meia-idade viaja até Veneza, apaixona-se platonicamente por um jovem rapaz polaco extremamente atraente e morre sem sequer ter trocado uma palavra com ele.
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Se, a uma primeira leitura, a homossexualidade se torna evidente em A Morte em Veneza, conforme se debruça na narrativa, essa questão mostra-se secundária à análise da obra. Não foi esta a preocupação central do autor, visto que nem sequer houve contato físico entre as personagens, estando o amor de Aschenbach por Tadzio no âmbito da idealização. A verdadeira atração de Gustav mostra-se ser pela beleza e perfeição do menino, o que fica evidente para o leitor, dentre outros motivos, na medida em que Tadzio é apresentado como “o belo”. 
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.Rosenfeld (1994, p. 183) declara que “Aschenbach vê no jovem Tadzio o reflexo temporal da beleza eterna, do ideal sempre perseguido e de tal modo irresistível na sua encarnação que se acha moralmente desarmado diante da imagem perfeita”. Logo, a imagem de Tadzio seria uma captura da beleza, que a arte se encarrega por eternizar. Segundo o mesmo autor, o amor de Aschenbach por Tadzio vai se dar como uma paixão narcisista, em que o escritor ama na beleza do menino a sua própria imagem, a própria meta espiritual, o sonho da beleza. Sonho este que, ironicamente, irá lançá-lo às profundezas da dissolução. Por fim, confirmando as hipóteses já defendidas pelos autores acima citados, Rodrigues (s.d.), em seu artigo O erotismo e a estética em A Morte em Veneza, defende que Aschenbach busca na arte a forma física e a perfeição que gostaria de ter.
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De A Morte em Veneza: “Ele era mais bonito do que as palavras podiam exprimir, e Aschenbach (o homem de meia-idade) sentiu dolorosamente, como tantas vezes antes, que a linguagem pode apenas louvar, mas não reproduzir, a beleza que toca os sentidos. (...) Tadzio (o rapaz polaco) sorriu; (...) E recostando-se, com os braços caídos, transbordando de emoção, tremendo repetidamente, segredou a formulação tradicional do desejo - impossível, absurda, abjecta, idiota mas sagrada, e mesmo neste caso honrada: "Amo-te!"

Referências bibliográficas

Filme

Morte em Veneza foi transposto para o cinema por Luchino Visconti, numa produção franco-italiana de 1971.
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Esta página foi modificada pela última vez às 19h56min de 3 de agosto de 2010.
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Morte em Veneza (filme)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Morte a Venezia
Morte em Veneza (PT/BR)
 Itália /  França
1971 •  cor •  130 min 
Produção
Direção drama
Roteiro Luchino Visconti / Nicola Badalucco
Elenco original Dirk Bogarde
Marisa Berenson
Silvana Mangano
Romolo Valli
Género drama
Idioma original inglês / italiano / polonês / francês

IMDb: (inglês) (português)
Projeto CinemaPortal Cinema
Morte a Venezia, no original em italiano, e Mort à Venise, em francês, (br / pt: Morte em Veneza) é um filme ítalo-francês de 1971, do gênero drama, dirigido por Luchino Visconti e com roteiro baseado no livro homónimo de Thomas Mann.

Índice

 

Sinopse

O compositor Gustave Aschenbach viaja à Veneza para repousar após um período de stress artístico e pessoal. Lá ele desenvolve uma atração perturbadora pela beleza efébica de Tadzio, um adolescente púbere em férias com a família pertencente à nobreza polonesa.

Elenco

Principais prêmios e indicações

Crystal video.png A Wikipédia possui o:


Portal Cinema
Oscar 1972 (EUA)
  • Indicado na categoria de melhor figurino.

BAFTA 1972 (Reino Unido)
  • Venceu nas categorias de melhor direção de arte, melhor fotografia, melhor figurino e melhor trilha sonora.
  • Indicado nas categorias de melhor ator (Dirk Bogarde), melhor direção e melhor filme.

Prêmio Bodil 1972 (Dinamarca)
  • Venceu na categoria de melhor filme europeu.

Festival de Cannes 1971 (França)
  • Recebeu o prêmio do 25º aniversário do festival.
  • Indicado à Palma de Ouro na categoria de melhor filme.
  • Venceu na categoria de melhor diretor.

Curiosidades

No filme, Aschenbach é um compositor, e no livro o personagem é um escritor.

Ligações externas


 http://www.espacoacademico.com.br/022/22csanches.htm
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segunda-feira, 26 de julho de 2010

As quatro estações - Inverno (Vivaldi)


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funfront | 18 de janeiro de 2008
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Concerto n° 4 en fa mineur, op. 8, RV 297, « L'inverno » (L'Hiver) 
  1. Allegro non molto
  2. Largo
  3. Allegro
Allegro non molto
Aggiacciato tremar trà nevi algenti
Al Severo Spirar d'orrido Vento,
Correr battendo i piedi ogni momento;
E pel Soverchio gel batter i denti;

Largo
Passar al foco i di quieti e contenti
Mentre la pioggia fuor bagna ben cento

Allegro
Caminar Sopra 'l giaccio, e à passo lento
Per timor di cader gersene intenti;

Gir forte Sdruzziolar, cader a terra
Di nuove ir Sopra 'l giaccio e correr forte
Sin ch'il giaccio si rompe, e si disserra;

Sentir uscir dalle ferrate porte
Sirocco Borea, e tutti i Venti in guerra
Quest'è 'l verno, ma tal, che gioja apporte
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Allegro non molto
Trembler violemment dans la neige étincelante,
Au souffle rude d'un vent terrible,
Courir, taper des pieds à tout moment
Et, dans l'excessive froidure, claquer des dents;

Largo
Passer auprès du feu des jours calmes et contents,
Alors que la pluie, dehors, verse à torrents;

Allegro
Marcher sur la glace, à pas lents,
De peur de tomber, contourner,

Marcher bravement, tomber à terre,
Se relever sur la glace et courir vite
Avant que la glace se rompe et se disloque.

Sentir passer, à travers la porte ferrée,
Sirocco et Borée, et tous les Vents en guerre.
Ainsi est l'hiver, mais, tel qu'il est, il apporte ses joies.
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Ilusionismo Quadrilátero

ILUSIONISMO
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* Victor Nogueira .
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Ele há um tempo p’ra tudo na vida
Cantando hora, minuto, segundo;
Por isso sempre existe uma saída
Enquanto nós estivermos neste mundo.
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Há um tempo para não fenecer
Há mar, sol, luar e aves com astros
Há uma hora p'ra amar ou morrer
E tempo para não se ficar de rastos.
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P'ra isso e' preciso sabedoria
Em busca dum bom momento, oportuno,
Com ar, bom vinho, pão e cantoria,
Sem se confundir a nuvem com Juno.
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1991.08.11 - SETUBAL