Tempo em Setúbal

domingo, 30 de setembro de 2012

Lluïsa Cunillé. - APRÉS MOI, LE DÉLUGE

BARCELONA, MAPA DE SOMBRAS APRÉS MOI, LE DÉLUGE

BARCELONA, MAPA DE SOMBRAS 

APRÉS MOI, LE DÉLUGE

de Lluïsa Cunillé
Tradução Ângelo Ferreira de Sousa
Livrinhos de Teatro nº 43 Artistas Unidos / Livros Cotovia

As personagens de Lluisa Cunillé têm plena consciência de que a sua interacção é um número social, parte do espectáculo da história. É essa consciência do mundo em que estão metidos que faz destas personagens verdadeiros heróis e desta dramaturgia uma obra subtil, mas lancinante. As peças de Cunillé falarão à humanidade durante muito tempo.
Jorge Louraço Figueira, Público



http://www.artistasunidos.pt/livrariaonline/pt/livrinhos/53-barcelona-mapa-de-sombras-apres-moi-le-deluge.html

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Copi - A noite da senhora Luciana

AS QUATRO GÉMEAS/ A NOITE DA SRA. LUCIANA/ UMA VISITA INOPORTUNA

AS QUATRO GÉMEAS/ A NOITE DA SRA. LUCIANA/ UMA VISITA INOPORTUNA

de Copi
Traduções de António Barahona, Isabel Alves e Olinda Gil
Livrinhos de Teatro nº 49 Artistas Unidos / Livros Cotovia

O teatro de Copi é feito de objectos teatrais não identificados, um turbilhão, uma ronda delirante. Por vezes divertido, por vezes desesperado, sempre grotesco, venenoso, generoso, amplo, Copi fala da morte, do exílio, da droga, a solidão, numa mistura explosiva de escárnio e desespero. Um mundo frenético, uma tremenda dança da morte. 

http://www.artistasunidos.pt/livrariaonline/pt/livrinhos/57-as-quatro-gemeas-a-noite-da-sra-luciana-uma-visita-inoportuna-.html



quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Pau Miró - Chove em Singapura


CHOVE EM BARCELONA / SINGAPURA


CHOVE EM BARCELONA / SINGAPURA

de Pau Miró
Traduções de Joana Frazão (com a colaboração de Raquel Marques para a peça Singapura)
Livrinhos de Teatro nº 53 Artistas Unidos / Livros Cotovia

‘O bairro Raval de Barcelona é hoje uma mistura de imigrantes e gentes que vivem na rua, com uma fauna universitária e frequentadora de museus. Chove em Barcelona é escrita nesse limite onde se encontram os espaços da cultura oficial e da cultura marginal. Nas paredes exteriores das universidades e dos museus, quando terminam as aulas ou as sessões, começa o mercado sexual e, então, as conversas mais desesperadas misturam-se com as de alta intelectualidade. Uma mistura léxica e formal atractiva ao terreno literário, mas que tem como fundo a contatação das fronteiras que separam estes dois mundos. (...) O cliente liberta-se de muitas coisas com a prostituta. O chulo é um homem simples, brutal, sem grandes inquietações, mas que sente um grande amor e respeito pela sua companheira. E Lali é uma bomba emocional com grande sensibilidade artística. A peça assenta no esforço das personagens em avançar.’
Pau Miro

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Eduardo de Filippo - Sábado, domingo e segunda


 FILUMENA MARTURANO/ ESTES FANTASMAS!/ SÁBADO, DOMINGO E SEGUNDA


FILUMENA MARTURANO/ ESTES FANTASMAS!/ SÁBADO, DOMINGO E SEGUNDA

de Eduardo de Filippo

Tradução José Colaço Barreiros
Livrinhos de Teatro nº 59 Artistas Unidos / Livros Cotovia

Três das mais conhecidas comédias do génio do teatro Napolitano: a pequena burrguesia de uma cidade que ainda não se afastou muito da rua, dos pregões, do cheiro a peixe. Uma enorme lição de realismo, ironia e compaixão.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Lluïsa Cunillé - O TEMPO/ A NOITE

O TEMPO/ A NOITE/ ILUSIONISTAS

O TEMPO/ A NOITE/ ILUSIONISTAS

de Lluïsa Cunillé

Tradução de Ângelo de Sousa 
Livrinhos de Teatro nº 66 Artistas Unidos / Livros Cotovia

As personagens de Lluisa Cunillé têm plena consciência de que a sua interacção é um número social, parte do espectáculo da história. É essa consciência do mundo em que estão metidos que faz destas personagens verdadeiros heróis e desta dramaturgia uma obra subtil, mas lancinante. As peças de Cunillé falarão à humanidade durante muito tempo.
Jorge Louraço Figueira, Público

sábado, 1 de setembro de 2012

David Greig - Cantigas duma noite de verão

CANTIGAS DE UMA NOITE DE VERÃO (UMA PEÇA de AMORES E DESAMORES) e outras peças



CANTIGAS DE UMA NOITE DE VERÃO (UMA PEÇA de AMORES E DESAMORES) e outras peças


Tradução Pedro Marques
Livrinhos de Teatro nº 41 Artistas Unidos / Livros Cotovia

Trilogia com uma peça para crianças (Dudas em a Aventura de Dudas e o Relojoeiro), uma para jovens (Lua Amarela) e outra para adultos (Cantigas de Uma Noite de Verão...).

‘Cantigas de Uma Noite de Verão é uma peça desavergonhadamente romântica. Queria escrever algo que reflectisse não um romance cheio de sacarina, mas um romance genuíno e real. (…)Se um musical tem uma dúzia de actores, nós temos dois. Se um musical tem uma orquestra, nós temos guitarras acústicas. Os musicais têm pessoas que voam como que por magia, nós temos vôos, mas são coisas que os actores puxam. Tem todos os ingredientes de um musical, mas em miniatura.’ (…) é sobre o Verão no sentido em que é sobre aquele momento da tua vida, que acontece à maioria das pessoas por volta dos trinta e cinco anos, em que te perguntas ‘é só isto ? é isto que eu sou ?’
David Greig 

http://www.artistasunidos.pt/livrariaonline/pt/livrinhos/51-cantigas-de-uma-noite-de-verao-uma-peca-de-amores-e-desamores-e-outras-pecas.html

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Estrela da Tarde - Carlos do Carmo e Ary dos Santos


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Enviado por  em 02/03/2011
Festival RTP da Canção 1976


Era a tarde mais longa de todas as tardes
Que me acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas
Tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca,
Tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste
Na tarde tal rosa tardia
Quando nós nos olhamos tardamos no beijo
Que a boca pedia
E na tarde ficamos unidos ardendo na luz
Que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto
Tardaste o sol amanhecia
Era tarde demais para haver outra noite,
Para haver outro dia. (Refrão)
Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza.
Foi a noite mais bela de todas as noites
Que me aconteceram
Dos noturnos silêncios que à noite
De aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois
Corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram.
Foram noites e noites que numa só noite
Nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites
Que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles
Que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto
Se amarem, vivendo morreram.
(Refrão)
Eu não sei, meu amor, se o que digo
É ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo
E acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste
Dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida
De mágoa e de espanto.
Meu amor, nunca é tarde nem cedo
Para quem se quer tanto!

Ilusionismo Quadrilátero

ILUSIONISMO
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* Victor Nogueira .
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Ele há um tempo p’ra tudo na vida
Cantando hora, minuto, segundo;
Por isso sempre existe uma saída
Enquanto nós estivermos neste mundo.
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Há um tempo para não fenecer
Há mar, sol, luar e aves com astros
Há uma hora p'ra amar ou morrer
E tempo para não se ficar de rastos.
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P'ra isso e' preciso sabedoria
Em busca dum bom momento, oportuno,
Com ar, bom vinho, pão e cantoria,
Sem se confundir a nuvem com Juno.
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1991.08.11 - SETUBAL