Tempo em Setúbal

sábado, 4 de junho de 2011

Enya - Listen to te rain


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Carregado por  em 1 de Mai de 2008
Enya - Listen to te rain

Everytime the rain comes down
Close my eyes and listen
I can hear the lonesome sound
Of THE sky as it cries

Listen to the rain
Here it comes again
Hear it in the rain

Feel the touch of tears that fall
They won't fall forever
In the way the day will flow
All things come, all things go

Listen to the rain... the rain
Here it comes again... again
Hear it in the rain... the rain

Late at night I drift away
I can hear you calling
And my name is in the rain
Leaves on trees whispering
Deep blue seas, mysteries

Even when this moment ends
Can't let go this feeling
Everything will come on again
In the sound falling down
Of the sky as it cries
Hear my name in the rain

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Elis Regina - "Estrada do Sol" - Ensaio - MPB Especial


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Carregado por  em 16 de Out de 2007
Elis Regina - "Estrada do Sol" - Ensaio - MPB Especial - tv show - live - ao vivo - Musica Brasileira - Brazilian Music - Trama - canal - channel - Musica Brasileira - Brazilian Music - Trama - canal - channel - ensaio

Estrada Do Sol (Feat. Elis Regina) lyrics
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.É de manhã, vem o sol
Mas os pingos da chuva que ontem caiu
Ainda estão a brilhar
Ainda estão a dançar
Ao vento alegre que me traz esta canção]
Quero que você me dê a mão
Vamos sair por aí sem pensar
No que foi que sonhei
Que chorei, que sofri
Pois a nossa manhã
Já me fez esquecer
Me dê a mão vamos sair
Pra ver o sol

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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Porto Vazio - Cidinha Alto Astral


.Cidinha Alto Astral

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É inverno, estação fria.
Sinto a brisa do vento frio tocar meu corpo, beijar meu rosto.
O vento, o tempo...
Trazem-me lembranças...
Silêncio.
Saudades não sei do quê, de quem.
Melancolia.
Sinto-me perdida,
um porto vazio.
O vento delicado, com sua voz a soar em meu ouvido,
querendo dizer palavras que não consigo entender.
Busco em meu coração, algo guardado lá no fundo, escondido...
Como que querendo não ser descoberto.
Então percebo no verso, o reverso.
Em minha mente lembranças vão tomando forma.
Você...
Começo então a entender o vento e suas palavras.
Lembrando-me que aquele sentimento... amor...
ainda está latente dentro de mim.
Alegrias, saudades, tristezas... nem sei...
Seu sorriso encantador, mostrando a felicidade do nosso amor.
Então na realidade do meu dia,
vejo o quanto você me faz falta.
E não entendo o porquê de sua ausência.
Busco uma resposta ao vento,
e novamente não entendo nada.
Porque nesta hora o vento se cala!
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Cidinha Alto Astral

La dimensión perdida de la Patagonia - Pavel Oyarzún Díaz

 

Poemas del Alma







Antes de la república 
y del himno nacional. 
Antes de los decretos 
y la constitución política. 
Antes de los colonizadores del sur de Chile 
y de los primeros gringos 
que llegaron aquí como a la tierra prometida. 
Antes de la iglesia 
y la imágenes del cuerpo torturado de Cristo 
y del gesto de dolor póstumo en su rostro. 
Antes de la libra esterlina, 
del idioma inglés 
y del castellano. 
Antes de los estudios topográficos 
y de los buscadores de oro. 
Antes de la propiedad privada 
y la plusvalía. 
Antes de la desolación y las epidemias. 
Antes de los cazadores de indios 
y de la invención del odio.
Antes de la división de la tierra 
y la plenitud del olvido.


Antes... 
La Patagonia era la patria.
La creación pura 
que surgía desde el amor y el instinto 
de los pueblos que la habitaban y la vivían 
en un estadio anterior a la esclavitud. 
Que honraban a sus dioses todos los días 
como santos,
y no creían en la existencia real de la muerte. 
Antes de este mundo 
la mirada humana no tenía término. 
Su existencia tenía la dimensión de los misterios. 
La Patagonia 
era
infinita. 
Y dejó de serlo, 
con la fundación de este tiempo 
y las profecías del exterminio, 
a partir de la segunda mitad 
del siglo diecinueve
de Nuestra Era.



The Things We Did Last Summer - Cinco Versões

 
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Carregado por  em 20 de Jan de 2009
Dean Martin
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.Carregado por  em 9 de Mai de 2009
Fats Navarro (tp), Hank Jones (pf),
Ray Brown (b), Shelly Manne (ds)
recorded 11/2/49 NYC
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Carregado por  em 23 de Set de 2010
"The Things We Did Last Summer" is a popular song from 1946. The words were written by Sammy Cahn, with the composition by Jule Styne. Several recordings have been made, the most well known of which include versions by Frank Sinatra, Jo Stafford and Vaughn Monroe. Dean Martin recorded different versions in his 1959 and 1966 Christmas LPs.


The song, performed by Seth McFarlane, was featured in the Family Guy episode "Love Blactually".


This recording by the Beach Boys is from the 1993 Capitol Records release Good Vibrations: Thirty Years of The Beach Boys.
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Carregado por  em 14 de Out de 2010
Song: The Things We Did Last Summer
Singers: The Lettermen
Composer: Jule Styne
Lyrics: Sammy Cahn

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Carregado por  em 9 de Ago de 2010
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Song: The Things We Did Last Summer
Singer: Frank Sinatra
Composer: Jule Styne
Lyrics: Sammy Cahn

"The Things We Did Last Summer" is a popular song from 1946.

♫♫ The Things We Did Last Summer [ Lyrics ] ♫♫

The boat rides we would take, the moonlight on the lake
The way we danced and hummed our favorite song
The things we did last summer I'll remember all winter long

The midway and the fun, the kewpie dolls we won
The bell I rang to prove that I was strong
The things we did last summer I'll remember all winter long

The early morning hike, the rented tandem bike
The lunches that we used to pack
We never could explain that sudden summer rain
The looks we got when got back

The leaves began to fade like promises we made
How could a love that seemed so right so wrong?
The things we did last summer I'll remember all winter long

( brief instrumental)

I've tried so to forget, at times I do, and yet
The memory of you lingers like our song
The things we did last summer, I'll remember all winter long


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Audio copyright owner: Sony Music Entertainment
(Thanks for allowing the audio to remain here.)
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domingo, 29 de maio de 2011

Canto de primavera - Nezahualcóyotl

Poemas del Alma



En la casa de las pinturas

comienza a cantar,
ensaya el canto,
derrama flores,
alegra el canto.



Resuena el canto,
los cascabeles se hacen oír, 
a ellos responden
nuestras sonajas floridas.
Derrama flores,
alegra el canto.



Sobre las flores canta
el hermoso faisán,
su canto despliega
en el interior de las aguas.
A él responden
variados pájaros rojos.
El hermoso pájaro rojo
bellamente canta.



Libro de pinturas es tu corazón
has venido a cantar,
haces resonar tus tambores,
tú eres el cantor.
En el interior de la casa de la primavera
alegras a las gentes.



Tú sólo repartes
flores que embriagan
flores preciosas.



Tú eres el cantor.
En el interior de la casa de la primavera,
alegras a las gentes.

O Minho feliz dos anos cinquenta - António Sousa Homem




Em certos aspectos


“Nesses anos, navegávamos pelo rio Minho num barco que só na imaginação do meu irmão Luís se assemelhava às barcaças que percorriam o Mississípi”
  •  )
Por:António Sousa Homem

Naquele Minho estival dos anos cinquenta as novidades demoravam bastante a chegar e, quando chegavam, depois de o velho Doutor Homem ter transportado a família até ao velho casarão de granitos cobertos de musgo e hera, por onde se escapava o perfume de antigas alfazemas – sempre requeridas pela Tia Benedita, a matriarca da família –, tudo tinha já passado de moda.
Moledo não era ainda o poiso regular das velhas famílias do Porto, do Norte e dos imigrados que sentiam saudade dos pinhais ou do iodo; e o iodo, por sua vez, ainda não era aquela evocação romântica das manhãs frescas e luminosas das épocas balneares, mas apenas um elemento de prescrição médica, uma espécie de aspirina útil ao bem-estar geral.
A família dividia-se, na época, entre as férias de Ponte de Lima e as férias à beira-mar; entre o repouso secular dos Homens do velho Minho campestre, orientado pelas leituras de Verão e pela revisitação ao retrato do Senhor Dom Miguel, estacionado nos corredores escuros do velho casarão – e uma passagem pelas brisas marinhas que Dona Ester, minha mãe, achava serem o colírio necessário a toda a existência e uma espécie de antídoto contra as gripes que haviam de chegar.
Só o Tio Alberto aparecia sem qualquer tipo de pontualidade, risonho e carregado de suspeitas, celibatário convertido à província. Os meus irmãos (éramos cinco) cumpriam os deveres de comparência às refeições de família – e eu, retemperado de uma segunda ou terceira adolescência (dado que a primeira não existiu), levava trabalho do escritório.
Nesses anos, navegávamos pelo rio Minho num barco que só na imaginação do meu irmão Luís se assemelhava às gigantescas barcaças que percorriam o Mississípi; grupos de deserdados da política e dos negócios, unidos pela idade e pela boa saúde, apreciavam os crepúsculos de Caminha, de Cerveira, de Âncora e de Moledo, sem saberem que seriam os últimos actores desse filme mudo e a preto e branco em que se julgava que o ‘glamour’ era uma pose desinteressada e indiferente, para a qual se disputavam óculos de sol vindos de França ou de Itália.
Nessa altura não nos preocupava a crise do crédito nem os enigmas das hipotecas, dos défices da balança de pagamento ou, sequer, a escassez de emprego. Sem sabermos, seríamos – até ao fim da vida – parte de uma classe de privilegiados que habitou em Portugal até aos anos setenta, e que podia dar-se ao luxo de ser das esquerdas ou das direitas. A vida não era difícil; era apenas medíocre, talvez, e irrisória. Os heróis, como o meu Tio Alberto, eram fugitivos e não contavam os seus segredos.

Ilusionismo Quadrilátero

ILUSIONISMO
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* Victor Nogueira .
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Ele há um tempo p’ra tudo na vida
Cantando hora, minuto, segundo;
Por isso sempre existe uma saída
Enquanto nós estivermos neste mundo.
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Há um tempo para não fenecer
Há mar, sol, luar e aves com astros
Há uma hora p'ra amar ou morrer
E tempo para não se ficar de rastos.
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P'ra isso e' preciso sabedoria
Em busca dum bom momento, oportuno,
Com ar, bom vinho, pão e cantoria,
Sem se confundir a nuvem com Juno.
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1991.08.11 - SETUBAL