O pensamento é escravo da vida, e a vida é o bobo do tempo(Shakespeare)-Tudo se destrói, tudo perece, tudo passa; só o mundo é que fica. Só o tempo é que dura(Diderot)-Suprimir a distância é aumentar a duração do tempo.A partir de agora, não viveremos mais;viveremos apenas mais depressa(A.Dumas)- Todos os dias vão em direcção à morte, o último chega a ela (Montaigne)-Não há poder maior no mundo que o do tempo: tudo sujeita, tudo muda, tudo acaba (Pe.A.Vieira)
Tempo em Setúbal
terça-feira, 20 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
Hugo Maia Loureiro - Canção De madrugar
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Enviado por FlexPoe em 25/03/2010
Cancão De Madrugar,poesia de José Carlos Ary Dos Santos e música de Nuno Nazareth Fernandes.Canção concorrente ao Festival RTP Da Canção de 1970,ficou classificada em 2º lugar.Lançada em vinil single com a etiqueta Zip tinha no lado B outra performance destes três senhores: Canção De Amanhecer.
Remasterizado e convertido para stereo a partir do vinil original por Luiz Sommerville.
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De linho te vesti
De nardos te enfeitei
Amor que nunca vi
Mas sei
Sei dos teus olhos acedos na noite
Sinais de bem despertar
Sei dos teus braços abertos a todos
Que morrem devagar
Sei meu amor inventado um dia
Teu corpo há-de acender
Uuma fogueira de sol e de fúria
Que nos verá nascer
Irei beber em ti
O vinho que pisei
O fel do que sofri e dei
Ddei do meu corpo chicote de força
Rasei meus olhos com mágoa
Dei do meu sangue uma espada de raiva
E uma lança de mágoa
Dei do meu sonho uma corda de insónias
Cravei meus braços com setas
Descobri rosas, alarguei cidades
E construí poetas
E nunca te encontrei
Na estrada do que fiz
Aamor que não logrei
Mas quis
Sei meu amor inventado que um dia
Tteu corpo há-de acender
Uuma fogueira de sol e de fúria
Que nos verá nascer
Então:
Nem choros, nem medos, nem uivos, nem gritos,
Nem pedras, nem facas, nem fomes, nem secas,
Nem feras, nem ferros, nem farpas, nem farsas,
Nem forcas, nem cardos, nem dardos, nem terras,
Nem choros, nem medos, nem uivos, nem gritos,
Nem pedras, nem facas, nem fomes, nem secas,
Nem terras, nem ferros, nem farpas, nem farsas
Nem MAL.
De nardos te enfeitei
Amor que nunca vi
Mas sei
Sei dos teus olhos acedos na noite
Sinais de bem despertar
Sei dos teus braços abertos a todos
Que morrem devagar
Sei meu amor inventado um dia
Teu corpo há-de acender
Uuma fogueira de sol e de fúria
Que nos verá nascer
Irei beber em ti
O vinho que pisei
O fel do que sofri e dei
Ddei do meu corpo chicote de força
Rasei meus olhos com mágoa
Dei do meu sangue uma espada de raiva
E uma lança de mágoa
Dei do meu sonho uma corda de insónias
Cravei meus braços com setas
Descobri rosas, alarguei cidades
E construí poetas
E nunca te encontrei
Na estrada do que fiz
Aamor que não logrei
Mas quis
Sei meu amor inventado que um dia
Tteu corpo há-de acender
Uuma fogueira de sol e de fúria
Que nos verá nascer
Então:
Nem choros, nem medos, nem uivos, nem gritos,
Nem pedras, nem facas, nem fomes, nem secas,
Nem feras, nem ferros, nem farpas, nem farsas,
Nem forcas, nem cardos, nem dardos, nem terras,
Nem choros, nem medos, nem uivos, nem gritos,
Nem pedras, nem facas, nem fomes, nem secas,
Nem terras, nem ferros, nem farpas, nem farsas
Nem MAL.
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sábado, 17 de setembro de 2011
Viva la vida - Frida Kahlo
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Enviado por redpeak01 em 17/05/2009
Homenaje fotografico del trabajo y la vida de Frida Kahlo. El tema de fondo es La Llorona interpretado por Chavela Vargas.
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Enviado por ishtar0606 em 17/10/2010
"Pensavano che anche io fossi una surrealista,ma non lo sono mai stata.Ho sempre dipinto la mia realtà,non i miei sogni"
(Frida Kahlo)
"La sua pittura è una bomba avvolta da un nastro di seta"
(André Breton)
Musica Dead Can Dance Sanvean
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Avec le Temps - Duas interpretações
"Avec le Temps" par Léo Ferré. Paroles et Musique Léo Ferré (1971) Avec Paul Castanier au piano à l'Olympia en 1972.~
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SÁBADO, 17 DE JANEIRO DE 2009
Leo Ferré - Avec le Temps (1970)
A seguir a Brel, Brassens, Piaf só poderia ser Leo Ferré. Tenho neste caso como nos outros muita dificuldade em escolher uma canção, apenas uma canção, tenho mais de dez que me vêm imediatamente à memória. Dos quatro artistas de que falei aqui este foi o que consegui ver no Coliseu dos Recreios num concerto que não vou esquecer tão cedo !
Entre elas muitas dos grandes poetas que musicou: Baudelaire, Rimbaud, Appolinaire, Aragon, Verlaine entre outros sendo possivelmente responsável por um muito maior conhecimento
Porem para começar decidi que deveria ser uma canção com poema de Leo Ferré também. Mesmo assim ainda tenho o embaraço da escolha.
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
On oublie le visage et l'on oublie la voix
Le coeur quand ça bat plus s'est pas la peine d'aller
Chercher plus loin faut laisser faire et c'est très bien
Com o tempo
Com o tempo tudo parte
Esquecemos a cara e esquecemos a voz
Quando o coração já não bate já não vale a pena ir
Procurar mais longe é preciso deixar e é muito bom
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
L'autre qu'on adorait qu'on cherchait sous la pluie
L'autre qu'on devinait au détour d'un regard
Entre les mots entre les lignes et sous le fard
D'un serment maquillé qui s'en va faire sa nuit
Avec le temps tout s'évanouit
Com o tempo
Com o tempo tudo parte
O outro que adorávamos que procurávamos à chuva
O outro que adivinhávamos na sombra de um olhar
Entre as palavras entre as linhas e no cansaço
De um sermão maquilhado que vai fazer a sua noite
Com o tempo tudo desvanece
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
Même les plus chouettes souvenirs ça t'as une de ces gueules
A la Galerie Farfouille dans les rayons de la mort
Le samedi soir quand la tendresse s'en va toute seule
Com o tempo
Com o tempo tudo parte
Mesmo as melhores recordações tens uma destas caras
No centro comercial confusão no linear da morte
Sábado à noite quando a ternura se vai embora sozinha
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
L'autre à qui l'on croyait pour un rhume pour un rien
L'autre à qui l'on donnait du vent et des bijoux
Pour qui l'on eût vendu son âme pour quelques sous
Devant quoi l'on se traînait comme traînent les chiens
Avec le temps va tout va bien
Com o tempo
Com o tempo tudo parte
O outro em que acreditávamos por uma constipação por um nada
O outro a quem dávamos o vento e jóias
Por quem teríamos vendido a alma para alguns tostões
À frente de quem rastejávamos como rastejam os cães
Com o tempo tudo se resolve
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
On oublie les passions et l'on oublie les voix
Qui vous disaient tout bas les mots des pauvres gens
Ne rentre pas trop tard surtout ne prends pas froid
Com o tempo
Com o tempo tudo parte
Esquecemos as paixões e esquecemos as vozes
Que nos diziam muito baixo as palavras das pobres pessoas
Não voltes muito tarde sobretudo não apanhes frio
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
Et l'on se sent blanchi comme un cheval fourbu
Et l'on se sent glacé dans un lit de hasard
Et l'on se sent tout seul peut-être mais peinard
Et l'on se sent floué par les années perdues
Com o tempo
Com o tempo tudo parte
E sentimo-nos brancos com um cavalo cansado
E sentimo-nos gelados numa cama de ocasião
E sentimo-nos sós talvez mas tranquilos
E sentimo-nos roubados dos anos perdidos
Alors vraiment
Avec le temps on n'aime plus...
Então verdadeiramente
Com o tempo já não amamos
Entre elas muitas dos grandes poetas que musicou: Baudelaire, Rimbaud, Appolinaire, Aragon, Verlaine entre outros sendo possivelmente responsável por um muito maior conhecimento
Porem para começar decidi que deveria ser uma canção com poema de Leo Ferré também. Mesmo assim ainda tenho o embaraço da escolha.
Esta canção, Avec le Temps é de 1970 fazendo parte de um dos discos mais relevantes de Léo Ferré o duplo album Amour Anarchie . Oiçamaqui esta canção interpretada pelo próprio (foi cantada por outros, inclusivamente a nossa Eugénia Melo e Castro numa das suas canções retoma uma parte desta canção) mas gosto de ouvir na versão "original".
Avec le temps va tout s'en va
On oublie le visage et l'on oublie la voix
Le coeur quand ça bat plus s'est pas la peine d'aller
Chercher plus loin faut laisser faire et c'est très bien
Com o tempo
Com o tempo tudo parte
Esquecemos a cara e esquecemos a voz
Quando o coração já não bate já não vale a pena ir
Procurar mais longe é preciso deixar e é muito bom
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
L'autre qu'on adorait qu'on cherchait sous la pluie
L'autre qu'on devinait au détour d'un regard
Entre les mots entre les lignes et sous le fard
D'un serment maquillé qui s'en va faire sa nuit
Avec le temps tout s'évanouit
Com o tempo
Com o tempo tudo parte
O outro que adorávamos que procurávamos à chuva
O outro que adivinhávamos na sombra de um olhar
Entre as palavras entre as linhas e no cansaço
De um sermão maquilhado que vai fazer a sua noite
Com o tempo tudo desvanece
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
Même les plus chouettes souvenirs ça t'as une de ces gueules
A la Galerie Farfouille dans les rayons de la mort
Le samedi soir quand la tendresse s'en va toute seule
Com o tempo
Com o tempo tudo parte
Mesmo as melhores recordações tens uma destas caras
No centro comercial confusão no linear da morte
Sábado à noite quando a ternura se vai embora sozinha
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
L'autre à qui l'on croyait pour un rhume pour un rien
L'autre à qui l'on donnait du vent et des bijoux
Pour qui l'on eût vendu son âme pour quelques sous
Devant quoi l'on se traînait comme traînent les chiens
Avec le temps va tout va bien
Com o tempo
Com o tempo tudo parte
O outro em que acreditávamos por uma constipação por um nada
O outro a quem dávamos o vento e jóias
Por quem teríamos vendido a alma para alguns tostões
À frente de quem rastejávamos como rastejam os cães
Com o tempo tudo se resolve
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
On oublie les passions et l'on oublie les voix
Qui vous disaient tout bas les mots des pauvres gens
Ne rentre pas trop tard surtout ne prends pas froid
Com o tempo
Com o tempo tudo parte
Esquecemos as paixões e esquecemos as vozes
Que nos diziam muito baixo as palavras das pobres pessoas
Não voltes muito tarde sobretudo não apanhes frio
Avec le temps...
Avec le temps va tout s'en va
Et l'on se sent blanchi comme un cheval fourbu
Et l'on se sent glacé dans un lit de hasard
Et l'on se sent tout seul peut-être mais peinard
Et l'on se sent floué par les années perdues
Com o tempo
Com o tempo tudo parte
E sentimo-nos brancos com um cavalo cansado
E sentimo-nos gelados numa cama de ocasião
E sentimo-nos sós talvez mas tranquilos
E sentimo-nos roubados dos anos perdidos
Alors vraiment
Avec le temps on n'aime plus...
Então verdadeiramente
Com o tempo já não amamos
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
A noite dos generais - Erich Maria Remarque e Anatole Litvak
O policial Major Grau (Omar Shariff) persegue três generais nazistas que acredita serem os responsáveis pelo assassinato de uma prostituta polonesa, em 1940. O destino junta essas quatro pessoas em Paris, no ano de 1944, um dia antes do início da Segunda Guerra Mundial. Agora, um dos generais está envolvido em um plano contra Adolf Hitler
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Carregado por filmbuff2000 em 29 de Mai de 2008
This is a trailer I produced years ago for this largely forgotten film starring Peter O'Toole and Omar Sharif.
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Carregado por boba86 em 7 de Jan de 2008
Peter O'Toole in movie "The Night Of The Generals" (1967)
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Carregado por JocelynHattab em 9 de Abr de 2009
Jocelyn Nel film "La Notte dei Generali"
Joseph Kessel (adapted for the screen by) and
Paul Dehn (adapted for the screen by)
Paul Dehn (additional dialogue)
Hans Hellmut Kirst (novel)
James Hadley Chase
Cast: Peter O'Toole Omar Sharif Tom Courtenay
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Sinfonia de Primavera
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Enviado por Gorgorita1 em 20/08/2009
Cuando amas de verdad,
mil mariposas revolotean en tu estómago
la vida se llena de color, el mundo es maravilloso
sonries en cada situación,
ves tus días llenos de luz y felicidad...
No siempre acaban bien...
las mariposas dejan de volar
la vida apaga tu color, el mundo ya no gira
tu sonrisa se transforma en llanto,
al igual que los días de luz y felicidad pero...
el Amor lo llevas clavado en el corazón...
Siempre te querré,
allí donde estás,
sé que tú a mi también.
TE QUIERO....
mil mariposas revolotean en tu estómago
la vida se llena de color, el mundo es maravilloso
sonries en cada situación,
ves tus días llenos de luz y felicidad...
No siempre acaban bien...
las mariposas dejan de volar
la vida apaga tu color, el mundo ya no gira
tu sonrisa se transforma en llanto,
al igual que los días de luz y felicidad pero...
el Amor lo llevas clavado en el corazón...
Siempre te querré,
allí donde estás,
sé que tú a mi también.
TE QUIERO....
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Ilusionismo Quadrilátero
ILUSIONISMO
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* Victor Nogueira .
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Ele há um tempo p’ra tudo na vida
Cantando hora, minuto, segundo;
Por isso sempre existe uma saída
Enquanto nós estivermos neste mundo.
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Há um tempo para não fenecer
Há mar, sol, luar e aves com astros
Há uma hora p'ra amar ou morrer
E tempo para não se ficar de rastos.
.
P'ra isso e' preciso sabedoria
Em busca dum bom momento, oportuno,
Com ar, bom vinho, pão e cantoria,
Sem se confundir a nuvem com Juno.
.
1991.08.11 - SETUBAL
.
* Victor Nogueira .
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Ele há um tempo p’ra tudo na vida
Cantando hora, minuto, segundo;
Por isso sempre existe uma saída
Enquanto nós estivermos neste mundo.
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Há um tempo para não fenecer
Há mar, sol, luar e aves com astros
Há uma hora p'ra amar ou morrer
E tempo para não se ficar de rastos.
.
P'ra isso e' preciso sabedoria
Em busca dum bom momento, oportuno,
Com ar, bom vinho, pão e cantoria,
Sem se confundir a nuvem com Juno.
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1991.08.11 - SETUBAL