Tempo em Setúbal

sábado, 9 de julho de 2011

Ruas De Outono - Ana Carolina

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Carregado por  em 18 de Out de 2010
Vídeo Editado para fins de DIVULGAÇÃO da Música Popular Brasileira - SEM FINS LUCRATIVOS.

Ruas De Outono
Ana Carolina


Nas ruas de outono
Os meus passos vão ficar
E todo abandono que eu sentia vai passar
As folhas pelo chão
Que um dia o vento vai levar
Meus olhos só verão que tudo poderá mudar

Eu voltei por entre as flores da estrada
Pra dizer que sem você não há mais nada
Quero ter você bem mais que perto
Com você eu sinto o céu aberto

Daria pra escrever um livro
Se eu fosse contar
Tudo que passei antes de te encontrar
Pego sua mão e peço pra me escutar
Seu olhar me diz que você quer me acompanhar

 

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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Por quem os sinos dobram [For whom the bell tolls] - várias interpretações musicais



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Carregado por  em 19 de Ago de 2006

 Uma música do Raul Seixas com imagens marcantes do século passado. Por Quem os Sinos Dobram? Eles dobram por ti! "For Whom the Bell Tolls" por Sam Wood e Ernest Hemingway    
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Carregado por  em 12 de Fev de 2007
O baú do Raul
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Por Quem Os Sinos Dobram

Detonautas

Composição: Raul Seixas
Nunca se vence uma guerra lutando sozinho
Voce sabe que a gente precisa entrar em contato
Com toda essa força contida é que vive guardada
O eco de suas palavras não repercutem em nada
É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro
Evita o aperto de mão de um possivel aliado, é
Convence as paredes do quarto, e dorme tranquilo
Sabendo no fundo do peito que não era nada daquilo
Coragem, coragem, se o que voce quer é aquilo que pensa e faz
Coragem, coragem, eu sei que voce pode mais
É sempre mais facil achar que a culpa é do outro
Evita o aperto de mão de um possível aliado
Convence as paredes do quarto, e dorme tranquilo
Sabendo no fundo do peito que não era nada daquilo
Coragem, coragem, se o que voce quer é aquilo que pensa e faz
Coragem, coragem, eu sei que voce pode mais
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Carregado por  em 13 de Jun de 2010
Make his fight on the hill in the early day
Constant chill deep inside
Shouting gun, on they run through the endless gray
On they fight, for they are right, yes, but who's to say?
For a hill, men would kill. Why? They do not know
Suffered wounds test their pride
Men of five, still alive through the raging glow
Gone insane from the pain that they surely know

For whom the bell tolls
Time marches on
For whom the bell tolls

Take a look to the sky just before you die
It's the last time he will
Blackened roar, massive roar, fills the crumbling sky
Shattered goal fills his soul with a ruthless cry
Stranger now are his eyes to this mystery
He hears the silence so loud
Crack of dawn, all is gone except the will to be
Now they see what will be, blinded eyes to see

For whom the bell tolls
Time marches on
For whom the bell tolls!
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Bee Gees - for whom the bell tolls. por rochafm1962 no Videolog.tv.

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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Por quem os sinos dobram - Ernest Hemingway






.Por Quem os Sinos Dobram – Wikipédia, a enciclopédia livre


pt.wikipedia.org/wiki/Por_Quem_os_Sinos_Dobram - Em cache
Por Quem os Sinos Dobram (em inglês: For Whom the Bell Tolls) é um romance de 1940 do escritor norte-americano Ernest Hemingway. O livro narra a história de ...



Por Quem os Sinos Dobram


“Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”.
                                                                                                               John Donne
                                                                                           
                   
Certamente que o massacre ocorrido nesta quinta-feira em uma escola do bairro de Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em que um homem (suposto ex-aluno dessa escola) matou pelo menos 12 pessoas deixou a todos nós perplexos, revoltados com uma tragédia desse quilate.
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Casos dessa natureza já ocorreram pelo mundo inteiro. Lembro da escola de Beslan, Rússia, atacada por terroristas chechenos, da universidade da Virgínia, do colégio de Dumblane no Reino Unido, de Columbine EUA, entre outros.
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 Que os especuladores, os abutres de plantão respeitem a dor das famílias, respeitem o sentimento de medo e tristeza de cada criança e de cada trabalhador /a daquela escola e não façam avaliações baseadas em achismos, em conexões estapafúrdias.
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 Que as famílias dessas crianças, nesse momento de extremo desespero, encontrem conforto no carinho, na solidariedade e nas preces de todos os brasileiros e brasileiras.   
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Aos que ficam o cuidado e assistência necessária para recompor as vidas, a confiança em retornar a escola assim que possível.
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Os sinos também dobram por nós que nos desumanizamos, que banalizamos a barbárie.
         Os sinos dobram por todas as vítimas de violência, nesse país.


Por Quem os Sinos Dobram (em inglês: For Whom the Bell Tolls) é um romance de 1940 do escritor americano Ernest Hemingway.

O livro narra a história de Robert Jordan, um jovem norte-americano das Brigadas Internacionais. Professor de Espanhol que se tornou conhecedor do uso de explosivos, Jordan recebe a missão de explodir uma ponte por ocasião de um ataque simultâneo à cidade de Segóvia.
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Hemingway usa como referência sua experiência pessoal como participante voluntário da Guerra Civil Espanhola ao lado dos republicanos e faz uma análise ácida, com críticas à atuação extremamente violenta das tropas de ambos os lados: a direita auxiliadas pelo governo fascista italiano e nazista alemão e a esquerda pelas brigadas internacionais e União Soviética. Critica também a burocratização e o panorama de privilégios rapidamente instaurado no lado da República..
Acima de tudo o livro trata, no entanto, da condição humana. O título é referência a um poema, e invoca o absurdo da guerra, mormente a guerra civil, travada entre irmãos. "Quando morre um homem, morremos todos, pois somos parte da humanidade".Em várias passagens do texto os personagens estranham e se estranham desempenhando os papéis bizarros que se viram forçados a assumir durante a guerra, e fraquejam ao ver nos inimigos seres humanos que poderiam estar de qualquer dos lados da guerra.
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Em 1943 um filme homônimo foi feito, tendo nos papéis principais os astros da época, Gary Cooper e Ingrid Bergman, com uma cena famosa na qual o casal usa um mesmo saco de dormir. http://pt.wikipedia.org/wiki/ Por Quem os Sinos Dobram
EDNA LOPES  Enviado por EDNA LOPES em 07/04/2011
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http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/2895311.
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Carregado por  em 28 de Dez de 2007
Gary Cooper and Ingrid Bergman in film based upon Ernest Hemingway's novel.
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Carregado por  em 17 de Out de 2010
1943 「誰が為に鐘は鳴る」
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Carregado por  em 17 de Out de 2010
1943 「誰が為に鐘は鳴る」
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POR QUEM OS SINOS DOBRAM
"For Whom the Bell Tolls" (1943 - 159m)

SINOPSE
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Baseado no controverso best-seller de Ernest Hemingway, galardoado com o Prémio Pulitzer e Nobel da Literatura, "Por Quem os Sinos Dobram" sagrou-se como retumbante sucesso do grande ecrã onde estrelaramGary Cooper e Ingrid Bergman. A história gira em torno de Robert Jordan (Gary Cooper), um americano perito em dinamite que coloca a sua empresa ao serviço do movimento antifascista durante a Guerra Civil de Espanhola. Consigo está um grupo de guerrilheiros que inclui Pilar (Katina Paxinou* numa performance que lhe valeu o Óscar® de Melhor Atriz Secundária), uma mulher com extraordinária força de vontade, o perigoso Pablo (Akim Tamiroff) e a bela e inocente Maria (Ingrid Bergman)..
Com o aproximar do perigo, intensifica-se a relação entre Robert e Maria, acabando por se tornar numa das mais inesquecíveis histórias de amor do cinema. Uma paixão que cresce com a aproximação da hora do julgamento - e a que é provável que nenhum deles sobreviva. Um clássico imperdível numa edição restaurada que inclui cenas inéditas desde a estreia americana em 1943..
* 1944, Vencedora do Óscar® de Melhor Atriz Secundária em Por Quem os Sinos Dobram 




Realizador
. Sam WoodIntérpretes
. Gary Cooper
. Ingrid Bergman
. Akim Tamiroff
. Arturo de Córdova
. Vladimir Sokoloff
. Mikhail Rasumny
. Fortunio Bonanova
. Eric Feldary
. Victor Varconi
. Katina Paxinou
. Joseph Calleia
. Lilo Yarson
http://www.dvdpt.com/p/por_quem_os_sinos_dobram.php
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terça-feira, 5 de julho de 2011

Pequena Elegia Chamado Domingo - Eugénio de Andrade

"CAI O SILÊNCIO NOS OMBROS, E A LUZ IMPURA ATÉ DOER. É URGENTE O AMOR, É URGENTE PERMANECER." EUGÉNIO DE ANDRADE IN "URGENTEMENTE"


TERÇA-FEIRA, 6 DE MAIO DE 2008


Pequena Elegia chamada Domingo


O domingo era uma coisa pequena.
Uma coisa tão pequena
que cabia inteirinha nos teus olhos.
Nas tuas mãos
estavam os montes e os rios
e as nuvens.
Mas as rosas,
as rosas estavam na tua boca.

Hoje os montes e os rios
e as nuvens
não vêm nas tuas mãos.
(Se ao menos elas viessem
sem montes e sem nuvens
e sem rios ...)
O domingo está apenas nos meus olhos
e é grande.
Os montes estão distantes
e ocultamos rios e as nuvens
e as rosas.

Eugénio de Andrade in «As Mãos e os Frutos»

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O começo do Verão em pleno mar António Sousa Homem


 

Em certos aspectos

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“Ora, a abertura da época balnear restringe-se, hoje, à invasão selvagem do areal e à marcação, metro a metro, do território”
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Por:António Sousa Homem

O início da época balnear constitui, em Moledo, um ritual dos meados do século XX. Segundo a minha sobrinha Maria Luísa a data mais acertada seria mesmo o século XIX, coisa que atribuo – sem mágoa – à falta de referências sobre a história pátria e à ignorância (que vem desde Eça) acerca do tempo dos nossos bisavós. Maria Luísa fica, de resto, impressionada com a repetição de rituais; tanto fica comovida como siderada nos limites da irritação.
Confrontada com a placidez geral, ela acha que "a sociedade" está apenas "desmobilizada", coisa que eu não entendo; quanto a mim, "a sociedade" está perfeitamente mobilizada: participa nas cerimónias de abertura da época balnear, festeja a chegada do Verão, despede-se de um governo e desconfia do seguinte, critica asperamente as instituições, vigia os vizinhos e gasta algum dinheiro. Isto constitui a prova mais do que evidente da "mobilização da sociedade". Não se lhe peça mais.
Ora, a abertura da época balnear restringe-se, hoje, à invasão selvagem do areal e à marcação, metro a metro, do território engalanado pelas vetustas barracas de praia, uma herança multicolor da década de sessenta. Hasteia-se uma bandeira, respira-se o aroma de bronzeador, cumprimentam-se os repetentes e os clássicos ocupantes do território.
Desde que me lembro, os primeiros feriados de Junho são parte essencial dessa cerimónia despreocupada e reservada aos que sempre consideraram que, longe das Caraíbas e dos ventos Suão e Mistral, Moledo é o centro do mundo, uma espécie de marco geodésico destinado a reviver o passado, a prolongar rituais de iniciação na idade adulta e a impedir que a história perca sentido e oportunidade.
Maria Luísa arrastou os filhos consigo, pelo areal fora; eu cheguei mais tarde, depois de passado aquele período em que a brisa matinal se confundia com um vendaval que atropelava o forte da Ínsua, de requebros azulados, românticos e indiferentes à multidão que estacionara os automóveis nos pinhais vizinhos.
Verifiquei que os vizinhos do ano passado eram os mesmos deste ano; percebi que na crista das ondas havia o mesmo reflexo prateado de festa minhota e eternamente dominical (mesmo não sendo domingo) – enfim, assumi que o mundo estava certo e conforme.
Ao princípio da tarde, o meu sobrinho Afonso declarou que iria retirar-se a fim de combater umas sardinhas que inauguravam a época. Eu sorri. A cena repete-se há mais de cinquenta anos e é sempre comovente. Eis um conservador sem arrependimento nem dor.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Ana Carolina - Bom Dia


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Carregado por  em 15 de Nov de 2009
Creducard Hall - Sábado 14/11/09
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Bom Dia -  Ana Carolina
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Um dia quero mudar tudo, No outro eu morro de rir,
Um dia tô cheia de vida, No outro não sei onde ir,
Um dia escapo por pouco, no outro não sei se vou me livrar,
Um dia esqueço de tudo, no outro não posso deixar de lembrar,
Um dia você me maltrata, no outro me faz muito bem,
Um dia eu digo a verdade, no outro não engano ninguém,
Um dia parece que tudo tem tudo prá ser o que eu sempre sonhei,
No outro dá tudo errado e acabo perdendo o que já ganhei ...

Logo de manhã... BOM DIA!!!
Logo de manhã... BOM DIA!!!
Logo de manhã... BOM DIA!!!
Logo de manhã... BOM DIA!!!

Um dia eu sou diferente, no outro sou bem comportada,
Um dia eu durmo até tarde, no outro eu acordo cansada,
Um dia te beijo gostoso, no outro nem vem que eu quero respirar,
Um dia quero mudar tudo no mundo, no outro eu vou devagar
Um dia penso no futuro, no outro eu deixo prá lá,
Um dia eu acho a saída, no outro eu fico no ar
Um dia na vida da gente,
Um dia sem nada de mais...
Só sei que eu acordo e gosto da vida!!!
Os dias não são nunca iguais!

Logo de manhã... BOM DIA!!!
Logo de manhã... BOM DIA!!!
Logo de manhã... BOM DIA!!!
Logo de manhã... BOM DIA!!!


Veio um golfinho do meio do mar roxo
Veio sorrindo pra mim
Hoje o sol veio vermelho como um rosto
Vênus, diamante, jasmim
Veio enfim o e-mail de alguém

Veio a maior cornucópia de mulheres
Todas mucosas pra mim
O mar se abriu pelo meio dos prazeres
Dunas de ouro e marfim
É assim, é assim, mas assim é demais também
 
http://www.vagalume.com.br/ana-carolina/bom-dia-odeio-eu-nunca-te-amei-idiota.html#ixzz1VrePG71q

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Ilusionismo Quadrilátero

ILUSIONISMO
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* Victor Nogueira .
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Ele há um tempo p’ra tudo na vida
Cantando hora, minuto, segundo;
Por isso sempre existe uma saída
Enquanto nós estivermos neste mundo.
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Há um tempo para não fenecer
Há mar, sol, luar e aves com astros
Há uma hora p'ra amar ou morrer
E tempo para não se ficar de rastos.
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P'ra isso e' preciso sabedoria
Em busca dum bom momento, oportuno,
Com ar, bom vinho, pão e cantoria,
Sem se confundir a nuvem com Juno.
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1991.08.11 - SETUBAL