Tempo em Setúbal

sábado, 21 de novembro de 2009

História do Calendário da Pirelli


PIRELLI - O Calendário

uma coleção de obras-primas

Para a Pirelli, o Calendário é um símbolo de comunicação.
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Por mais de quarenta anos, cada Calendário Pirelli tem sido uma coleção de imagens que expressa um conceito específico da beleza feminina.
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Os diretores de arte e fotógrafos do Calendário Pirelli sempre geraram um conceito muito sofisticado de beleza, ficando entre o glamour e o estilo.
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Apesar da variedade de autores e da complexidade de estilos, o Calendário Pirelli é uma idéia sem igual de beleza fotográfica, o que reflete o espírito dos nossos tempos
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Diversas vezes, o Calendário sugeriu itinerários muito distantes, como Bahamas, Seychelles, Maiorca e Tunísia, ou, em algumas ocasiões, as luzes de um estúdio na cidade.
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Os locais da natureza, do mar, das nuvens, do céu e do deserto, com as anatomias de rochas e aspectos femininos, removem a idéia fotográfica do contexto e da vida cotidiana.
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O Calendário Pirelli dá vida a nossas fantasias, extraindo luzes, cores e formas dos próprios projetos.

A interpretação fotográfica de Harri Peccinotti's em 1968; as imagens de Sarah Moon, de 1972; as de Norman Parkinson em 1985; o pós-moderno Arthur Elgort em 1990 e o famoso Richard Avedon em 1995: no fim, cada um oferece o que tem como ideal em beleza, uma mistura de natureza e aspectos femininos.
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O Calendário redefiniu as normas da fotografia glamourosa;
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Os Calendários tradicionais eram postos nas paredes de garagens - agora estão expostos em museus. A Pirelli tem renovado padrões ano após ano.
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Assim é o Calendário Pirelli.




Última Revisão: 21-11-2009
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1 comentário:

Paulo Sempre disse...

"natureza e aspectos femininos."

Nada melhor para "exaltar"os momentos..

Abraço

Paulo

Ilusionismo Quadrilátero

ILUSIONISMO
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* Victor Nogueira .
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Ele há um tempo p’ra tudo na vida
Cantando hora, minuto, segundo;
Por isso sempre existe uma saída
Enquanto nós estivermos neste mundo.
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Há um tempo para não fenecer
Há mar, sol, luar e aves com astros
Há uma hora p'ra amar ou morrer
E tempo para não se ficar de rastos.
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P'ra isso e' preciso sabedoria
Em busca dum bom momento, oportuno,
Com ar, bom vinho, pão e cantoria,
Sem se confundir a nuvem com Juno.
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1991.08.11 - SETUBAL